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10 fevereiro 2009

Sai Stand Center, entra Paulista Center

Fecharam o Stand Center, "isto é sabido até pelo reino mineral", como diria o Mino Carta. O que alguns não contavam é que algumas lojas reabriram em um endereço próximo, o Paulista Center. Próximo ao metrô Trianon-MASP, inclusive. Lá vai o endereço:

Av. Paulista, 1217 - Bela Vista

Mapa nesse link aqui. Próxima ida a São Paulo, vou lá conferir.

08 novembro 2008

Visita à padroeira

Nesse exato momento estou em São Paulo, no meio de uma crise econômica mundial e flutuação louca do dólar... Mas não vi por causa da Santa Ifigênia apenas. O CONISLI é o motivo, mas a Santa é o pretexto para ter vindo um dia antes.

Cheguei aqui determinado a comprar coisas que fossem úteis e baratas. Levantei o preço no Rio, e se o preço fosse menor ou igual, aqui o item seria adquirido. Explico: No Rio eu teria q sair de casa e ir até a loja. Aqui eu já estou na loja. Logo, menos gastos correlatos: translado, combustível, estacionamento, etc. Melhor.

Chegamos (eu, esposa e cunhada) cedo à Santa, numa sexta-feira de meio de mês, logo o povo tem pouco dinheiro no bolso, e as ruas, mais vazias. Falemos então do que vi:

A primeira coisa que percebi é a seleção natural para os shoppings de eletroeletrônicos se tornarem mais específicos. Não existem shoppings onde SÓ tem videogames, por exemplo. Mas existem aqueles cujos certos subgrupos de gadgets são mais comuns. Logo, o primeiro de todos, ainda no viaduto Santa Ifigênia, tem maior presença dos "jogos eletrônicos". Outros tem mais informática (como o da Santa Ifigênia, 276). É curioso como isso ocorre naturalmente.

Nos camelôs sobre o viaduto, brinquedos ridículos chineses, pega-trouxas (aquelas apostas de onde está a bolinha embaixo do potinho), e um vendendo CD-ROMs cheios de MP3 (está escrito). E testa na hora! Será que executa todas as músicas?

Na Eletromil (Viaduto Santa Ifigênia, 299), antes de chegar na igreja de Santa Ifigênia, muitos itens de videogame, várias estatuetas de personagens de anime, quadrinhos e games (não necessariamente nessa mesma ordem), e o trailer de abertura de Metal Gear Solid 4. Deve ter uns 20 minutos, acho. Segundo disseram, mais de 1 Gb de tamanho. Só?

Entrando na Santa, lá vamos nós... Chegamos bem cedo na Santa, encontramos as lojas abrindo ainda. Logo, movimento menor. Beleza. Levantei preços de mini-mouses com cabo retrátil para notebooks, mini-hubs USB, mini-teclados, uma fonte de alimentação ATX slim, placas-mãe mini-ITX, e dar uma olhada "por aí".

Pois bem, o mini-mouse eu achei a partir de R$ 20, o que é bom, no Rio começa em R$ 30. Pensei num mouse wireless, Bluetooth... Mas além de ser mais caro (R$ 55, em média), tem o incômodo de ficar levando também o carregador das baterias do mouse. Afinal, quando você mata um fio, você faz nascer um carregador. Uma droga, eu diria.

Quanto ao mini-teclado, fiquei pensativo. sobre um teclado flexível, daqueles, de silicone. Claro que ele tem um apelo muito mais chamativo, a la Justin Long em Duro de Matar 4 (um teclado num Nokia N800?), quem viu vai lembrar. Mas a sensação táctil dele não é boa. E eu digito muito, quem me conhece, sabe que eu não morro de amores por mouses. Logo, prefiro teclados. Acabei comprando um teclado pequeno, pelo mesmo preço do flexível (que tem bloco numérico, inclusive) e acho que foi um bom negócio. O preço foi o mesmo do flexível, e foi um modelo da Multilaser, e comprei na Lucena Informática (Santa Ifigênia, 51 - Loja 16).

O mini-hub USB tinha que ser pequeno e fácil de ser levado. Preferi um que era hub USB 1.1 pelo preço menor e pelo tamanho (quase minúsculo). O que eu realmente precisava para usb 2.0 pode ficar numa das 2 portas USB restantes. Acho que vai dar certo. Acabei comprando no Clube da Informática (Santa Ifigênia, 92 - Loja 10/14), embora a Nível A Informática (Santa Ifigênia, 73 - Loja 36) também tivesse um preço muito bom.

Outro item que andei procurando foi uma comum chave seletora, uma daquelas, que a gente liga 3 dispositivos via RCA na TV, e chaveia entre eles. Precisamos de uma na escola, para poder chavear entre um micro, uma câmera de segurança e o que mais vier na TV de 29 polegadas. Achei a R$ 15 (mais barato do que no Rio), no início da Santa (esqueci o nome da loja). Os cretinos ainda não me pagaram, mas ela está guardada lá na escola, pronta para ser usada.

A fonte... Sim, a fonte. Essa é para por dentro do meu MSX da Philips, um NMS-8250 que é prostituído, passa mais tempo com os outros do que comigo. Pois é, procurei, e achei algumas fontes: Na Nodaji (Rua Aurora, 153 a 161), achei uma fonte do jeito que eu queria: Realmente pequena, 200W, potência real, da Maxxtro. R$ 83. Desanimei, afinal o MSX não puxa tanta corrente, que justifique uma fonte de potência real. E também lembrei da famosa frase do povo da MSXBR-L sobre a Nodaji: "Dá nojo!". Continuei procurando, e achei uma não tão pequena, na VitóriaComp (Rua Vitória, 202), a R$ 40. Tomara que dê.

Placas mini-ITX são raridade no Brasil todo. No MercadoLivre você ainda encontra algumas dessas placas, mas numa loja é difícil de achar. Andei muito atrás de uma, perguntei em muitas lojas, e só achei numa: Na Master 10 (Rua Santa Ifigênia, 218 - Loja 10), achei uma a R$ 175, com pagamento à vista, em dinheiro. Mas acho que era uma das com processador VIA de 800 Mhz, logo nada lá muito diferente do meu Duron 800. Bem, vale pela olhada, acho que vou esperar o dólar baixar, e atacar uma com um Atom dual-core, que nem o AcidX fez.

De baterias, comprei um par para os meus rádios Motorola Talkabout, e achei a R$ 15 no Rei das Baterias (Rua Santa Ifigênia, 338 - Loja 03). No ML estava a R$ 10, mas ainda teria que pagar frete. Muito melhor, boto no bolso e saio com elas.

E "na olhada por aí", o que vi de interessante:
  • Muitos GPS! Aliás, já tinham alguns abaixo de R$ 500. De vários tamanhos e modelos, mas não sei se vale tanto a pena, se temos celulares com GPS embutidos. A maioria usa o mapa do Apontador, e vi alguns conseguindo sinal mesmo dentro de um prédio.Não entendo muito de GPS, já pensei em ter um... Mas não há a necessidade ainda.
  • Minha cunhada estava interessada num celular com TV digital, e viu um a R$ 450, da Nokia. Não, não vi qual era a loja. Mas ela comprou um "MP4" (argh) da "Sony" (que aceita cartões SD!) a R$ 65. Disse-me ela que está funcionando, mas já teve que ser formatado, deu uma zica.
  • De curiosidade, vi um Palm T|X, e perguntei o preço. R$ 1090. Bem, a maconha que ele está usando é da boa, então me manda uns quilos aí! Fala sério, eu gosto de Palms, tenho um T|X, e comprei ele no (finado) Stand Center a R$ 780 há 2 anos e meio atrás. Alguém está drogado nessa história, e não sou eu. Em compensação, os cartões micro-SD de 2 Gb a R$ 30... Mini-SDs sumiram da praça, só temos micro-SDs e SDs normais. Se quiser algo "do meio", é só colocar num adaptador.
  • De videogames, contei nos dedos onde vi Xbox 360. Nem precisa dizer que o Xbox "original" é "mosca da cabeça branca" por lá. Mas me espantei por ter visto tão poucas "caixas". Os PS3 eram até mais comuns, mas os PS2 ainda tem uma presença forte por lá. Vi muitos vendendo jogos para eles. Mas o campeão é o Wii. Perdi as contas de quantos boxes e lojas eu vi vendendo controles, Wii Fits, consoles (inclusive desbloqueados), e muitos apetrechos, para você encaixar o Wiimote dentro e jogar tênis, jogo de corrida, etc, etc, etc e etc.
  • Curioso notar que o preço cai conforme vamos mais para dentro da rua. Claro, de alguma forma eles tem que atrair freguesia. Aliás, guardei uma lista de preços de hardware, para comparar com o que vejo aqui no Rio, via BoaDica:
  1. Gravador de DVD LG: R$ 55 (SP), R$ 54 (RJ)
  2. HD 250 Gb Samsung: R$ 155 (SP), R$ 115 (RJ)
  3. Memória DDR 1 Gb: R$ 80 (SP), R$ 50 (RJ)
  4. Memória DDR2 1 Gb: R$ 55 (SP), R$ 27,50 (RJ)
  5. Memória DDR2 2 Gb: R$ 95 (SP), R$ 54 (RJ)
  6. Notebook Asus eeePC 900: R$ 1190 (SP), R$ 1060 (RJ)
  7. Memória micro-SD: R$ 30 (SP), R$ 18 (RJ)
  8. Mini-teclado Multilaser: R$ 30 (SP), R$ 24 (RJ) (*)
  9. Mini-hub USB: R$ 20 (SP), R$ 10 (RJ) (*)
(*) Modelo parecido, não igual.

Claro que há questões a se levar em conta:
  • O levantamento contou por onde eu passei na Santa, e eu confrontei com o BoaDica.
  • Alguns itens são levantamentos de UMA loja só, como os HDs e as memórias. Não é necessariamente o melhor preço de lá.
  • Os preços da Santa foram levantados há mais de 15 dias, e o do Rio... No BoaDica.
  • Em São Paulo tem a comodidade de tudo estar num lugar só, e perto. No BoaDica, não tomei esse cuidado ao levantar preços.
Conclusão: Não está tão vantajoso sendo mais jogo comprar por lá. Mesmo com a economia em combustível, tempo, estacionamento, etc... A maioria dos itens você encontra no centro do Rio, bastando caminhar um pouco para lá e para cá.

Bem, é isso. Mas mesmo assim, pretendo voltar lá para procurar "o que não se acha por aqui". Vamos ver se eu consigo.

20 fevereiro 2008

Para não abandonar esse blog

Depois de muito tempo, reapareci na Uruguaiana, e vi pouca coisa. Foi uma passagem rápida, mas vale alguns comentários:
  1. Na Quadra A, achei um Palm, um T|X a R$ 700. Isso é o que não consigo entender: O T|X tem 2 anos de mercado (é "velho"), e nas lojas ainda custa uns R$ 1100, pelo menos. Eu comprei o meu a R$ 780 há 2 anos. Com caixa, manual, CD de instalação, tudo direitinho. Passados 2 anos, um usado custa R$ 700? Não consigo entender, sinceramente.
  2. Também na Quadra A, o Jorge Carlos cresceu... E não tem mais o Jorge Carlos por lá. Seguinte: Pelo que entendi, ele colocou 2 funcionários atendendo no box (o Anízio e a Fernanda), e está por aí, resolvendo coisas. Pelo visto o negócio prosperou a ponto de ter funcionários! Mas não vi nada que precisasse por lá.
  3. Na Milenium (acho que é Quadra C), achei antenas UHF a R$ 55. Segundo a caixa, "prontas para receber a TV digital!" É... Vou ver isso mais detalhadamente depois.
  4. Na Quadra C também, achei os primeiros boxes vendendo produtos de informática. Achei um gabinete pequeno (e bem bonitinho) a R$ 135. Com fonte. Na Pontocom Informática (Quadra C, boxes 310 e 311). Não, não tem no Boadica...
  5. Na Quadra C também, um dos famosos "come-aqui-morre-ali", um X-Tudo com refresco a R$ 2,30. Tem vários, com açaí, latinha de Coca-cola, suco, etc. Sobrevivi para contar a história: Definitivamente não mata.

No Avenida Central, menos Linksys, muitos notebook Acer, e ninguém tem uma capa própria para Palm. Acabei comprando uma de neoprene para câmera digital, da Lowepro, que foi cara (R$ 45!), mas tem me parecido ótima. Bem, acho que é só isso.

Aliás, e o Stand Center, fechou mesmo? Pois é... Fechou, mas pelo que soube, as lojas se espalharam por um sem-número de mini-shoppings em torno do endereço antigo (de frente para o arcology da FIESP, hehehe!). Quando eu for a São Paulo novamente, vamos lá bater o ponto.

30 junho 2007

Tentam, mas não conseguem

Se para uns, a existência do Camelódromo da Uruguaiana, no centro do Rio, é uma agressão, o .:: Stand Center, bem no meio da Avenida Paulista então... É muito mais ofensivo. Afinal, o Stand Center fica a 5 minutos a pé do "Arcology" da FIESP, numa rua com sede do Banco Central, vários bancos particulares, o MASP e tantas outras coisas.

Pois é, passou o fato e eu não consegui comentar, que foi a tentativa do Ministério Público de fechar o Stand Center. Como diz nessa reportagem, "O Stand Center é um ícone do comércio ilegal de São Paulo.", e queriam fechar a todo custo. Bem, tentaram, mas não conseguiram. A comunidade geek-consumista de todo o Brasil agradece ao apoio da Justiça. Chegaram a pedir multa diária de R$1 milhão, mas pelo visto não colou, e a Justiça negou o pedido.

Sobre isso, o que eu acho? Bem, é complicado. Eles dizem que faturam R$ 10 milhões por mês, mas também dizem que, com a sonegação, esse valor é na verdade 3 vezes maior. Embora, para o MP, o Stand Center seja um símbolo da desobediência à lei, 10 anos se passaram (nossa, é tão velho assim?) e ele continua em pé.

Claro, tem lojistas lá dentro que operam legalmente e emitem nota-fiscal, tem gente boa por lá. Poderia enumerar alguns... Poucos. Tá, eu conheço pouco do Stand Center. Mas não acho que a solução seja fechá-lo. Forçar os vendedores a falar português é uma boa maneira de começar a organizar aquilo lá (ou você conhece outro lugar no Brasil onde as lixeiras tenham inscrições em português, inglês e chinês?). É impossível moralizar todo o Stand Center, quando fiscais já entram num esquema de corrupção em que a propina está estipulada previamente (1). E aí o problema vem de mais fundo... E por aí vai.

Bem, acho que não vão conseguir fechá-lo. E se fecharem, abrirão dois em outros lugares. Não tem muito jeito, não dá para escapar. Se não pode vencê-los, junte-se a eles, já dizia o velho adágio.



1: Não sei se isso ocorre especificamente lá, mas que temos vários exemplos de onde isso ocorre, ah, isso temos.

28 janeiro 2007

A longa marcha

Nessa minha última ida a São Paulo, dediquei tempo a visitar a Santa Ifigênia (ou Efigênia?) e o Stand Center. Calha de eu ir a um ou ao outro... Dessa vez fui nos dois. E tirei fotos, conforme vocês podem ver aí do lado. Logo, aqui vai o relatório.

Na sexta, dia 19, me aventuro inicialmente, visitando a padroeira de todos os nerds, geeks e executivos de fronteira, a Santa Ifigênia. De cara, tenho que desbloquear um Sega Saturn preto, pertencente ao Dr. Venom. E só o miserável do videogame tomou 40% da minha mala... Fora o peso. Achei onde desbloqueá-lo, na CB Central Service (Rua Santa Ifigênia, 308 - sala 31). Os caras parecem ser bons com videogame, vê só as fotos aí do lado (eu vi vários CDX, Mega-Drive, etc). Só que, no caso daquele Saturn, a cirurgia foi mais complexa: Desmontaram-no e trocaram a placa-mãe. Segundo eles, o desbloqueio para aquele modelo (antigo) não era mais feito. 90 minutos de trabalho. Saio, volto depois, vou resolver outras coisas...

Na PC Eletrônica (Rua Santa Ifigênia, 338 box 9), entrego a bateria do meu notebook, para ser consertada. Conforme relatei anteriormente, baterias 3, Ricardo 0. R$ 180 pela troca das células da bateria. Se resolvesse, ótimo. Se não resolvesse, uma bateria nova custaria R$ 380. Hmmm... É, vou topar. Aí tive que voltar na Santa, no dia seguinte (sábado, 20) para pegar a bateria e ver se funcionaria.
Aproveitei para coletar cartões e preços, e aqui eu os relato a vocês o que vi, antes e depois de ter pego o Saturn:

  • Na Digital West (Rua Aurora, 200, loja 124), encontrei os Athlon 64 X2 3600 a R$ 530, e os 4200 a R$ 830. Vale lembrar que todos são soquete AM2. Ah, encontrei também um gabinete da CoolerMaster, todo em aço escovado, com módulo IR, pronto para montar um media center. O problema era o preço: R$ 840.
  • Na MicroMille (Rua Aurora, 182, loja 18), encontrei gabinetes novos, muito bonitos (novamente para pensar em tê-los na sala como media center, e não no escritório) por R$ 255 (preto) e R$ 315 (prata).
  • Mídias DVD-R e CD-R não estão com um bom preço. Já foi o tempo em que eu comprava em São Paulo por ser mais barato. Agora, neca. Na GisAds (Rua Santa Ifigênia, 502 - Box 22/24), encontrei DVD-R da SVA (!) a R$ 1,20, SmartBuy a R$ 1,30, e LG a R$ 1,50. Foi o preço médio do que eu encontro aqui no Rio.
  • Quanto a games, achei o Wii a R$ 2 mil na SS Games (viaduto Santa Ifigênia, 66 - Loja 401/403), mas o melhor preço é o da Games Evolution, que pediu R$ 1900, mas faz por R$ 1700 em dinheiro. Nada mal, mas já me disseram que no Rio você consegue comprar ele a R$ 1500, ainda levando o Zelda junto. Mas também não procurei muito... Ah, foi na SS Games que o Rigues cometeu mais um momento banana.
  • Notebooks! Andei procurando preços de notebooks, já que eu pretendo vender o meu, conforme anunciei anteriormente (propostas nos comentários). Muitos Acer, a propósito. Vi o modelo Aspire 5050 (Turion 2 Ghz, 512 Mb RAM, 80 Gb de HD, Wireless, DVD, etc) a R$ 3400, na Notebooks Paulista (Rua dos Gusmões, 352). No Lojão da Informática (Rua Santa Ifigênia, 480 - loja 15/20), tinha um Acer com um processador dual core (Turion X2), 1 Gb de RAM, 120 Gb de HD, por R$ 3500. Mais interessante. Na filial deles, o Acer Aspire 5100 - 3059 (alguém entende esses códigos?) a R$ 2700, e o 5050 - 3205 a R$ 2920. Na... Ata 100 (!) (Rua Vitória 257 - Loja 205), um Acer de 14 polegadas a R$ 2800, e o de 15 polegadas a R$ 2900. E por último, na RedByte, um (aleluia, chega de Acer) Compaq Presario V2575 (um daqueles pequenos, cuja bateria dura para caramba) a R$ 3500. Era refurbished.
  • Já declinei em algum lugar que o meu sonho é por um LCD num dos meus MSX. Então vez por outra eu procuro preços de telas de 7 polegadas, por curiosidade. E na Comercial Dakar (Rua Santa Ifigênia, 276 - Loja A-1) encontrei uma tela a R$ 370. Se quiser com TV, R$ 400. Bem, como a diferença é pequena, se eu fosse comprar, pegaria com TV mesmo. Se eu fosse.

Ainda vale lembrar a Qualicomp (Rua dos Timbiras, 227), que tem uma variedade grande de produtos, e a RNV Componentes, que vende componentes, mas eles não tinham o solenóide da impressora Laserjet IIIP, que eu tanto queria, além da Galeria América, que deve ser legal, afinal, me entregaram 3 folhetos em momentos diferentes... E por último, mas não menos engraçado, o "serviço para sogra" aí embaixo. Que tal?


Ainda há o Stand Center, que não há muito o que dizer: Nas lojas 83B e 47A, a Canon Powershot S3 IS estava a R$ 1150. Comprei na loja 156 a S2 IS a R$ 950, conforme eu falei antes. Como eu estava bem cansado, não andei muito atrás de curiosidades, só queria comprar a câmera e partir de lá.

Por último, vale aqui a foto do bombom mais caro que já comi na vida. A explicação é simples, comprei no check-in do Aeroporto de Congonhas, enquanto esperava o vôo (atrasado) da BRA para Rio, BH, Salvador, Recife, Natal e Fortaleza (sim, parece um trem parador). Também, para ter a passagem a R$ 89, queríamos o quê?

A prova do crime: R$ 2 por cada bombom.


Maiores novidades conto depois.

12 fevereiro 2006

FNAC Paulista

Esqueci de contar que, depois da ida ao Stand Center, relatado abaixo, atravessei para o outro lado da Av. Paulista, caminhei um pouco e entrei na FNAC, o lado burguês da cidade. Engraçado encontrar a loja razoavelmente cheia, mesmo para um feriado. Além de ser o oposto do Stand Center, em termos de preço, queria ver se todas as lojas eram iguais por dentro... E ver se tinha algo de interessante.

Conforme comentei no meu blog "titular", as FNACs são todas iguais, com o teto baixo, decoração em cores escuras (até a metade da parede) e tons pastéis, chão acarpetado... Ah, quem viu uma viu todas. Apenas por curiosidade resolvi comparar uns preços, do que vi no Stand Center, e na FNAC, como as câmeras Sony DSC-W5, que custam pouco mais que o dobro na mega-loja (R$ 1800, aproximadamente). É, paga-se o luxo.

Ainda vi cartões de memória de 512 Mb e 1024 Mb a R$ 430 (muito caro), mas também me surpreendi com um Playstation 2 slim, a R$ 900. Tá, precisa ser desbloqueado. Mas é na FNAC. Vi também gravadores de DVD (de mesa) a partir de R$ 930, o que é interessante: Há 1 ano atrás, um treco desse custava R$ 2 mil, ou em torno disso. Mexi num iMac G5, com tela widescreen de 19" (acho), e ainda olhei outras coisas... Só para matar o tempo.
Mas sai do playground com um livrinho sobre o meu herói preferido, Batman, desses que compramos nas bancas, a R$ 14,90.



Depois eu falo da Santa Ifigênia, que eu estou devendo...

25 janeiro 2006

Peregrinação ao Stand Center

Tal qual os muçulmanos devem ir a Meca pelo menos uma vez na vida, os membros da "equipe" desse blog também devem ir ao Stand Center, com a diferença de que isso deve ocorrer a cada visita à paulicéia desvairada. Afinal, o Stand Center é um misto de Camelódromo da Uruguaiana com Avenida Central, logo vale a pena visitar.

Hoje, 25 de janeiro, feriado municipal (aniversário da fundação de Sampa), eu fui fazer cumprir a escrita: Peguei uma carona com o Spy, que me deixou lá, e fui investigar. Foi-me passado, a pedido, uma lista de coisas para levantar preço. Como corri atrás de outras coisas, em proveito próprio, coloco lá embaixo os preços do que vi.

Parece que a batida que a PF deu no Stand Center (post aqui) não foi suficiente para desanimar os orientais: Encontrei muita coisa lá à venda, em preços bons. O curioso de lá é que a ênfase é dada em eletroeletrônicos, mas você encontra pouco videogame lá. Parece que tem mais na Santa Ifigênia. Tem lojas que vendem roupas, principalmente nos corredores centrais. Uma delas, por exemplo, tem uma coleção imensa de... Gravatas. Uma loja de perfumes, outras com manequins... Mas aquela senhora que vendia ímãs de geladeira, caiu fora. A Arte em Miniaturas está lá, e tirei umas fotos da vitrine (isso já virou tradição), além de muita câmera digital, MP3 players, alguns sons para carro, e incrivelmente pouca coisa para computadores. Acabei comprando 2 canetas (minha mãe e minha namorada), um chaveiro e um relógio na forma de pneu (vou decidir quem ganha, meu pai ou meu irmão), sempre levo uma lembrancinha. Mas vamos ao que eu vi de interessante lá (foram 16 cartões de visita coletados):


  • CD-RW da Maxell a R$ 2,50. Well, o preço é o mesmo do Rio, né? É, mas CD-RW da Maxell no Rio é raridade. E o q eles tem de especial? Simples, são os únicos que nunca encrencam com o CD-player do meu carro. Logo, peguei alguns.
  • CD-R da Sony, original (ou então é cópia bem-feita) a R$ 1,20.
  • Roteador Linksys modelo WRT54G (pelo que vi, funciona com o OpenWRT), a R$ 270 (estande 130). Existem outros, como um MSI (estande 143A) que também é servidor de impressão, um Linksys WRT54GC (estandes 1B e 118 - não tem suporte ao OpenWRT), LG, etc.
  • Cartões de memória para todos os tamanhos e gostos: SD, MMC, CF, Memory Stick, xD... De 128 Mb a 1024 Mb. Os SD de 1 Gb custavam R$ 270 (Kingston) ou R$ 320 (Sandisk) no estande 1B, fora os Memory Stick Duo de 1 Gb (PSP!), a R$ 320 (estande 89).
  • Andei procurando uma gaveta de HD que fosse de 3,5", e que ligasse na USB, e que fosse USB 2.0 (bem mais rápido). Achei algumas, de 2,5" (HD de notebook), 3,5" e 5,25" (CD-ROM), sendo que tinha, R$ 110 a R$ 180 (estandes 130, 94, 78). No Rio só vi a da Goldship. Lá vi várias, inclusive com ventilação forçada, o que é bom, visto que HD hoje em dia é bom para esquentar almoço.
  • Cameras, câmeras e mais câmeras! O que mais tem lá é câmera. Aqui vai a lista das que eu levantei preço:

    1. Sony DSC-H1 - R$ 1200 a 1300 (estandes 47A, 109, 128);
    2. Fuji Finepix S5100 - R$ 1100 (estande 109, só);
    3. Sony DSC-W5 - tem aos montes, com o preço médio de R$ 750 (você encontra em vários);
    4. Olympus D590 - R$ 650 a R$ 700 (a 595 eu vi pelo mesmo preço - estandes 1, 65 e 108);
    5. Casio Z750 - R$ 1220 (estande 77);

  • MP3 players, que são pendrives, gravadores, etc, etc, etc... Os de 512 Mb estavam a R$ 190, e os de 1024 Mb (o popular Um Giga"), a R$ 290 (estandes 14B, 88, 77);
  • Tem uns adaptadores Bluetooth, de R$ 120 a R$ 150 (estandes 1B e 94);
  • DVDs portáteis, a partir de R$ 380 (Coby). Os que tocam DivX eu não vi.

Não vi cartões de memória com mais de 1 Gb, ou baterias para notebook (embora pelo menos um box de assistência técnica). Mas gostei de alguns preços, acho que amanhã volto lá para comprar um roteador Linksys e uma gaveta de HD. A câmera... Eu vou ter que pensar mais. O resto, vou repassar como informação ao pessoal que pediu.

Pelo que notei, o Stand Center continua o mesmo: Muita coisa à venda, nem só eletroeletrônicos. Muito oriental, com lixeiras e letreiros escritos em chinês mandarim, e muita gente falando num idiomazinho engraçado (sem contar os que também mal falam o português); a Arte em Miniaturas, com coisas sempre divertidas e dignas de foto; produtos interessantes, com preços melhores ainda.

Amanhã tem Santa Ifigênia! Depois eu conto.

04 dezembro 2005

Pernas para que te quero!

Polícia Federal faz megablitz no Stand Center. Tomara que sobre alguma coisa em janeiro, para quando eu for lá...