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02 agosto 2008

Videogames no BoaDica

Não sei se já falamos do BoaDica por aqui, mas todo mundo (ou quase todos) conhecem. É um site que é extremamente útil para pesquisar preços, sobre artigos de informática no Rio de Janeiro. Quase um Buscapé, com a diferença que trabalha com os quiosques pequenos dos shoppings de informática e lojinhas em prédios comerciais, que só são conhecidas inicialmente por causa do BoaDica. Além disso, tem classificados, seção de usados, um monte de coisas. Muito bom, o site.
Resolvi dar uma olhada, e ver a seção de videogames, apenas como mera curiosidade. Um amigo comprou um PSTwo via BoaDica, e pagou um preço muito bom (R$ 360). E fui ver os videogames mais novos. Não pretendo comprar nenhum videogame agora, mas só fui ver, quanto o PS3 está caro. E me surpreendi com o que vi. Abaixo listo os preços mais baratos que achei:
Algumas considerações:
  1. XBox 360 mais caro do que o PS3? E ele tem 1 ano a mais de mercado! Espantoso.
  2. O PSP caiu MESMO de preço. A diferença para o DS é bem pequena. Com a vantagem de um Memory Stick bem grande poder guardar alguns jogos...
  3. Parece que a estratégia da Sony com os Playstations no Brasil começa a repetir-se, deixando que ele seja o videogame mais vendido do Brasil, mas ao mesmo tempo não é oficialmente comercializado.
  4. O Wii, pelo hardware que tem, tem o preço inflacionado por conta da (boa) fama. Está caro demais para o que é.
  5. O videogame-com-nome-de-sanduíche está espantosamente caro. Esperava achá-lo a uns R$ 900, no máximo R$ 1000.
  6. Para quem quiser um player de Blu-Ray (lembrem que o PS2 foi vendido como player de DVD também, no início) BARATO, e de quebra uma máquina Linux com um processador monstruoso... Be my guest. O que pega é que ele consome MUITA energia. Como pretendo ter um media center em casa, será na verdade um drive gravador de Blu-Ray a ser espetado nele.
  7. O DS está até caro pelo que é, mas não está exorbitante. Está aceitável.
  8. E pensar que o PS3, quando saiu, chegou a custar R$ 8000, na Americanas.com... Nada como esperar um pouco (ou muito).
  9. Vale lembrar que peguei os preços mais baratos. Existem pacotes com 2 controles, memory cards, jogos originais, etc e tal. Mas não levei em conta para comparação.

13 julho 2008

Avenida Central, o mundo

Final de tarde, estava eu no centro do Rio, resolvendo várias coisas (relógio no conserto, FAPERJ, etc), e resolvi dar uma passada no Edifício Avenida Central. Dessa vez não fui na Uruguaiana, passei reto por estar sem tempo. Acabei tendo algum, e fui no Avenida Central. Abaixo vai o que eu vi por lá:


  • Eu vi um verdadeiro derrame de notebooks do fabricante nacional Microboard. Devem ter virado um caminhão na Rio Branco, e não ficamos sabendo. Impressionante como tem dos notebooks dessa empresa por lá. Quase todos são do mesmo modelo, a propósito.
  • Outro que está muito presente é o eeePC, da Asus. Só que o modelo 900 (o com a tela de 8,9"), se está lá, não apareceu hoje para bater o ponto. Simplesmente não vi um. Estava curioso para vê-lo, no que mudou (além da tela maior). Mas não vi, só os 700 e 701 "de sempre".
  • Com isso, os notebooks da Asus acabaram aparecendo. Deixo claro que são os notebooks da Asus que não são o eeePC. Esse aparece fácil. Mas vi outros modelos, de tamanho "normal" por lá.
  • Fechando o papo sobre notebooks, os Sony VAIO estão mais comuns. Ainda estão caros, mas já é possível ver VAIOs vermelhos, prata (o mais comum) e rosa (com o detalhe do teclado, parecido com o dos MacBook, e a sensação para mim de que é uma versão modernizada do teclado chiclete dos TK-90x). E, ainda nos VAIO, um UMPC da Sony, o VGN-UX50. Esse é "mosca da cabeça branca", vi um só. E é estranho, o bicho.
  • Saindo dos notebooks e indo para os roteadores... Primeiro, a Linksys diminuiu a sua presença no Avenida Central: Vi menos WRT54G do que vi da outra vez. Talvez estejam pretendendo investir mais em modelos pré-N - que são todos pretos.
  • Em compensação, os D-Link, que já eram abundantes, são ainda mais agora. E os modelos pré-N, pretos, começam a aparecer mais nas lojas, mas ainda com preço muito alto, como é qualquer início.
  • Agora, vi alguns NetGear, principalmente dos modelos comuns deles, o WGR614. Mas infelizmente nenhum com L no final, o que significa o modelo aberto, pronto para trocarem o firmware e fazerem gracinhas com ele... Ainda da NetGear, alguns NAS para usar em redes pequenas ou domésticas.
  • Por último, roteadores TP-Link, no meio dos outros modelos. Mas mais na Datatri.
  • Uma coisa curiosa que vi é um teclado sem fio da Goldship, feito teclado de notebook, com direito a touchpad e tudo. Mas para usar em PCs. Simpático, mas não vi o preço. Pode ser útil para quem for montar media-centers, e não quer ficar com um teclado espetado no gabinete.
  • Eu não sei onde o iPod é popular no Brasil, mas sei que no Avenida Central vi alguns à venda... Sinceramente, para comprar algo com o logo Apple, somente por ter o logo Apple... Prefiro comprar um desses MPqualquer-coisa. Depois de termos visto um que é celular dual SIM-card, receptor de TV digital 1-Seg, tocador de MP3 (e outros formatos), de vídeo (e outros formatos), gravador de voz e outras coisas (só falta fazer cafuné)... iPod vende no Brasil? A impressão que tenho é que não.
  • E câmeras, muitas câmeras digitais. Tirando a loja especializada em fotografia no 1o piso da sobreloja, quase tudo é o tipo point-and-shoot. E nessas a Sony reina, embora vi algumas Samsung, Canon e Casio. Ah, vi algumas que são "um projeto de DSLR", como a minha Canon Powershot S2 IS. Nenhuma realmente caprichada, afinal das contas.
  • Pendrives de 16 Gb a 140 reais da Markvision (aquele pequeno e todo emborrachado), e pendrives Kingston de 8 Gb a 90 reais, em média. Mas se procurar acha mais barato. Se for comprar, prefira um sem tampa. Melhor do que correr o risco de perdê-la.
  • Surgem os primeiros GPS por lá. E todos os (poucos) que vi, com detector de radar. Hum, bacana. Na verdade eu queria arrumar mapas para o Palm, aí eu compraria um GPS "de bolso", para transmitir via Bluetooth para o Palm, e aí seria perfeito. Mas não vi, então...
  • E por último, vale ressaltar que os Correios abriram uma agência dentro do Avenida Central, até que enfim. O volume acaba sendo tão grande, que compensou abrir uma lá. Melhor para todos, mas se bem que eles estão de greve...
Bem, é isso. Não fui na Uruguaiana, então deverei comentários para a próxima postagem.

10 setembro 2006

Volta à Uruguaiana

clichê mode on
Depois de um longo e tenebroso inverno...

clichê mode off

Voltei à Uruguaiana essa semana, para ver algumas coisas e fazer algumas compras. Na quadra A, agora tem mais comércio de tênis, e material relativo a celular, e menos dos vendedores de eletroeletrônicos de "procedência duvidosa".

Mas, antes, rodei no Edifício Avenida Central, tradicional ponto de mini-shoppings de informática do Rio de Janeiro. Resolvi fazer uma pesquisa de redes Wi-Fi, como curiosidade... E achei uma dúzia de redes. 12! Pelo visto o wireless se popularizou por lá mesmo.

Achei uma rede aberta ("default"), conectei nela e naveguei um pouquinho. Em particular, fui no BoaDica, para ver preços de processadores. Como a AMD baixou os preços dos seus processadores para concorrer com a Intel, que está adotando uma política bem agressiva de preços... Melhor me informar. Bem, o que achei mais barato que fosse dual core, com soquete AM2 (não vou para o 939, visto que ele vai morrer em breve) ainda estão caros para o meu orçamento: em torno de R$ 900. Em compensação, os Intel Core 2 Duo estão a R$ 730! É... Gosto do hardware que uso, mas talvez eu repense minha "fidelidade" à AMD daqui a um tempo. Espero que baixem o preço logo.

Não tenho muito saco de navegar na tela do T|X, por isso deve ser que a bateria dure tanto, pois eu uso pouco o Wi-Fi. Comprei um microfone preto, da Goldship. É... Vai acabar a desculpa de não usar mais o Skype. Comprei também uma capa nova para o Palm, uma da Case Logic, made in Hong Kong, por R$ 40. Com zíper, mais bem acabada do que a anterior (que vai pro lixo qualquer hora dessas), e mais bonitinha. Ah, vi um gabinete sem drive de disquetes, mas com um leitor de cartões de memória no lugar.

Mas nosso assunto principal é a Uruguaiana. E lá fui eu. Muita coisa para contar. De cara, na quadra A, encontrei um Treo 650 à venda lá por R$ 900. Isso é uma novidade, Treos abaixo dos 4 dígitos e disponíveis na Uruguaiana. Além desse Treo (aliás, eram 3), a maioria dos Palms é tudo Tungsten E, nem é o E2. Não vi nenhum T|X. Pocket PCs são raros por lá, vi um ou outro, e ainda mais raros os que são smartphones. Nada de hardware para PC, mas achei um sujeito vendendo cabos para celular (DKU-2 e DKU-5), R$ 45 e arrematei os dois. Mas tive problemas com um deles, conto depois no meu blog, titular. E nem é do cabo, acho que é crise com o driver da Nokia mesmo.

Playstation 2 a R$ 480! E numa baita duma faixa. Só isso? Duvido que já esteja desbloqueado. E estão fazendo jogo de tudo, até do filme Cães de Aluguel! Em termos de videogames, o PS2 impera por lá. Existe algum rescaldo de SNES, GBA ainda. PSP... Não vi nenhum. Nem o DS. Vi um Gamecube (cinza), e nenhum Xbox. Tá, para não dizer que não vi, vi uma caixa, ao longe. Sò isso.

A Uruguaiana, além de ser o paraíso dos Playstation 2, transborda de câmeras digitais da Sony (de todos os modelos, tamanhos e bolsos). Vi algumas Samsung, uma Olympus aqui e ali, e umas outras marcas. Mas Sony, você tropeça nelas. Tem de todos os tipos. Os MP3 players que são pendrives (da Foston) também você perde a conta. Todo lugar tem. Muitos clones de iPod, aqueles chineses esquisitinhos... Não tem 1/10 do charme do original. Mas são bem mais baratos. Das telas portáteis, LCD, a mais barata foi R$ 500 que me pediram.

Quanto a cartões de memória, sempre o melhor é o Jorge Carlos. Comprei um miniSD, de 256 Mb de RAM, por R$ 63, e um Compact Flash, de 1 Gb, por R$ 117. R$ 180 no total, e como sempre, com a garantia de 3 meses e a educação, que é o diferencial desse comerciante da quadra A.

Ah, achei uma rede wi-fi aberta lá. Sim, dentro da Uruguaiana! Na quadra A. Abri o T|X, resolvi detectar, achei uma, "MBB". Uau! Loguei e resolvi navegar um tiquinho, aproveitar da bobeira do sujeito que botou aquele D-Link na configuração padrão. Achei outra rede lá, mas essa estava fechada. Quem diria!

Ah, encontrei um sujeito que vendia caixa de disquetes também... As canetas que dão choque são uma praga, tem montes à venda. Nada como uma brincadeira sem graça para irritar os outros. Bichos de pelúcia, dos grandes (felizmente ela não gosta de bichos de pelúcia).

Os CDs e DVDs piratas estão cada vez piores: 1 é R$ 5, 3 é R$ 10. Incluindo a pornografia. Minha opinião sobre isso eu deixo para o meu blog titular, lá eu falo o que acho disso. Bem, é isso, já dá para animar esse blog quase abandonado... Ei, Cesar, você não vai postar também não?

25 janeiro 2006

Peregrinação ao Stand Center

Tal qual os muçulmanos devem ir a Meca pelo menos uma vez na vida, os membros da "equipe" desse blog também devem ir ao Stand Center, com a diferença de que isso deve ocorrer a cada visita à paulicéia desvairada. Afinal, o Stand Center é um misto de Camelódromo da Uruguaiana com Avenida Central, logo vale a pena visitar.

Hoje, 25 de janeiro, feriado municipal (aniversário da fundação de Sampa), eu fui fazer cumprir a escrita: Peguei uma carona com o Spy, que me deixou lá, e fui investigar. Foi-me passado, a pedido, uma lista de coisas para levantar preço. Como corri atrás de outras coisas, em proveito próprio, coloco lá embaixo os preços do que vi.

Parece que a batida que a PF deu no Stand Center (post aqui) não foi suficiente para desanimar os orientais: Encontrei muita coisa lá à venda, em preços bons. O curioso de lá é que a ênfase é dada em eletroeletrônicos, mas você encontra pouco videogame lá. Parece que tem mais na Santa Ifigênia. Tem lojas que vendem roupas, principalmente nos corredores centrais. Uma delas, por exemplo, tem uma coleção imensa de... Gravatas. Uma loja de perfumes, outras com manequins... Mas aquela senhora que vendia ímãs de geladeira, caiu fora. A Arte em Miniaturas está lá, e tirei umas fotos da vitrine (isso já virou tradição), além de muita câmera digital, MP3 players, alguns sons para carro, e incrivelmente pouca coisa para computadores. Acabei comprando 2 canetas (minha mãe e minha namorada), um chaveiro e um relógio na forma de pneu (vou decidir quem ganha, meu pai ou meu irmão), sempre levo uma lembrancinha. Mas vamos ao que eu vi de interessante lá (foram 16 cartões de visita coletados):


  • CD-RW da Maxell a R$ 2,50. Well, o preço é o mesmo do Rio, né? É, mas CD-RW da Maxell no Rio é raridade. E o q eles tem de especial? Simples, são os únicos que nunca encrencam com o CD-player do meu carro. Logo, peguei alguns.
  • CD-R da Sony, original (ou então é cópia bem-feita) a R$ 1,20.
  • Roteador Linksys modelo WRT54G (pelo que vi, funciona com o OpenWRT), a R$ 270 (estande 130). Existem outros, como um MSI (estande 143A) que também é servidor de impressão, um Linksys WRT54GC (estandes 1B e 118 - não tem suporte ao OpenWRT), LG, etc.
  • Cartões de memória para todos os tamanhos e gostos: SD, MMC, CF, Memory Stick, xD... De 128 Mb a 1024 Mb. Os SD de 1 Gb custavam R$ 270 (Kingston) ou R$ 320 (Sandisk) no estande 1B, fora os Memory Stick Duo de 1 Gb (PSP!), a R$ 320 (estande 89).
  • Andei procurando uma gaveta de HD que fosse de 3,5", e que ligasse na USB, e que fosse USB 2.0 (bem mais rápido). Achei algumas, de 2,5" (HD de notebook), 3,5" e 5,25" (CD-ROM), sendo que tinha, R$ 110 a R$ 180 (estandes 130, 94, 78). No Rio só vi a da Goldship. Lá vi várias, inclusive com ventilação forçada, o que é bom, visto que HD hoje em dia é bom para esquentar almoço.
  • Cameras, câmeras e mais câmeras! O que mais tem lá é câmera. Aqui vai a lista das que eu levantei preço:

    1. Sony DSC-H1 - R$ 1200 a 1300 (estandes 47A, 109, 128);
    2. Fuji Finepix S5100 - R$ 1100 (estande 109, só);
    3. Sony DSC-W5 - tem aos montes, com o preço médio de R$ 750 (você encontra em vários);
    4. Olympus D590 - R$ 650 a R$ 700 (a 595 eu vi pelo mesmo preço - estandes 1, 65 e 108);
    5. Casio Z750 - R$ 1220 (estande 77);

  • MP3 players, que são pendrives, gravadores, etc, etc, etc... Os de 512 Mb estavam a R$ 190, e os de 1024 Mb (o popular Um Giga"), a R$ 290 (estandes 14B, 88, 77);
  • Tem uns adaptadores Bluetooth, de R$ 120 a R$ 150 (estandes 1B e 94);
  • DVDs portáteis, a partir de R$ 380 (Coby). Os que tocam DivX eu não vi.

Não vi cartões de memória com mais de 1 Gb, ou baterias para notebook (embora pelo menos um box de assistência técnica). Mas gostei de alguns preços, acho que amanhã volto lá para comprar um roteador Linksys e uma gaveta de HD. A câmera... Eu vou ter que pensar mais. O resto, vou repassar como informação ao pessoal que pediu.

Pelo que notei, o Stand Center continua o mesmo: Muita coisa à venda, nem só eletroeletrônicos. Muito oriental, com lixeiras e letreiros escritos em chinês mandarim, e muita gente falando num idiomazinho engraçado (sem contar os que também mal falam o português); a Arte em Miniaturas, com coisas sempre divertidas e dignas de foto; produtos interessantes, com preços melhores ainda.

Amanhã tem Santa Ifigênia! Depois eu conto.

28 novembro 2005

Rodando pelo centro do Rio...

Na última 6a andei um bocado pelo centro do Rio, programa que aliás, eu gosto - devo ser masoquista. Vale a pena comentar algumas coisas interessantes:


  • Existe uma loja de correias na Rua República do Líbano, 6, onde quem tem algum aparelho que precise de correia, pode encontrar lá. Um amigo meu conseguiu uma para um drive de CD-ROM mais antigo, e outro, para o drive de um Sony XDJ (um MSX 2+). É o mesmo local onde eu comprei, há tempos atrás, a correia para o drive do meu Turbo-R.
  • Na Rua Regente Feijó tem dois sebos de informática, coisas bem pequenas. Olhei... Além dos HDs no estado a R$ 10, mais nada de interessante. Alguns monitores, gabinetes, impressoras... Nada digno de nota. Estamos ficando sem opções por aqui, acho que vamos ter que fazer uma excursão ao Supermercado Sucatas Bim, em Campinas.
  • Tem uma barraca de camelô vendendo quadrinhos, esquina da Rua da Carioca com a República do Paraguai. O preço é bom, e o material, bem embalado. Parece interessante.

Já na Uruguaiana... Achei uma DSC-W5 preta a R$ 950. O preço dela é R$ 1100, mas o sujeito baixou o preço pq ele não tem a caixa (logo, a câmera é vendida como usada). Tirando isso, nada de novo, os mesmos preços de sempre.

25 junho 2005

Passada rápida na Uruguaiana

E uma curiosidade que vale a pena ressaltar: Passo numa loja no Avenida Central, e vejo uma câmera da Sony, uma DSC-W1 preta. Etiqueta dizendo que é "brasileira", menu em português, etc. Pergunto o preço, me dizem R$ 1950 à vista. Sim, a loja é careira. Essas câmeras, é bom lembrar, tem garantia de 3 anos.

Vou na Uruguaiana, Quadra A. Primeiro box que vejo com câmeras, pergunto o preço de uma W1 igualzinha. O ambulante me retorna na lata: R$ 1190, mas cobramos 10% a mais se quiser parcelar no cartão de crédito.

É mole? Agora, o que acontece para termos tal disparate de preços? E o que faz um camelô ter máquina de cartão de crédito, e ainda fazer parcelamento? Loucura, né?



E como diria o João... Um caminhoneiro morreu por causa desse produto.