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17 agosto 2011

Uma das Fontes do Poder fica em São Cristóvão.

Hoje (14 de agosto de 2011) fui levar a (Maria) Cláudia, minha "senhora" para fazer uma prova. Enquanto ela fazia a prova (que foi bem rápida, aliás), fui, acompanhado de mais dois amigos, até a Fonte do Poder da Zona Norte, também conhecida como a feira de tralhas de São Cristóvão.

A feira fica entre as ruas Monsenhor Manuel Gomes e Almirante Mariath, sendo que, no caso dessa última, compreende todo o trecho entre a Avenida Brasil e a Rua Bela, que fica abaixo da Linha Vermelha. Tudo começa de manhã cedo, e fica por lá até as 14 horas, quando as atividades se encerram.

Quando me refiro como uma das Fontes do Poder, não é piada: Existem relatos de verdadeiras escavações arqueológicas que resultaram em artefatos de inestimável valor, a custos realmente baixos. Mas é claro, você tem que:
  1. Ter tempo. Andar e olhar tudo com calma consome pelo menos 2 horas.
  2. Ter paciência. Por exemplo, no dia em que eu fui, o movimento estava razoável, mas a variedade de opções interessantes era mínima.
  3. Abstrair o som. Principalmente se você não gosta de música brega (eu vi à venda por lá o Raridades do Brega Volume 5, por exemplo), ou de pornografia (como aquela banca que vendia - pirata, é óbvio - o "filme" Arrombada por um Pônei).
  4. Ter vontade de pechinchar. Alguns dos relatos que vocês lerão só foram possíveis graças à vontade férrea dos participantes de conseguir comprar pelo menor preço possível, como aquele Mega-Drive ao preço de uma esfiha do Habib's.
  5. Leve dinheiro trocado. Nada de chegar com notas de R$ 20 ou R$ 50. Lá a linguagem é a da moeda de R$ 1, a nota de R$ 2 ou 5. 
Feito isto, a dica é estacionar o carro na Rua Monsenhor Manuel Gomes, na altura do quartel que está do lado esquerdo, perto da Prossegur, empresa de vigilância e transporte de valores. O estacionamento tem custo zero. 0. 0800. Nada. Sim, isso mesmo. E não é proibido, logo você não corre o risco de ter o veículo guinchado (apesar de ter visto um reboque passando e ter ficado apreensivo com a possibilidade).


Daí, é partir para o abraço. Na vez em que eu fui, estava muito pobre, se você tinha interesse em itens de micros clássicos (no caso, MSX). O máximo eram algumas fitas cassete de MC-1000. Mas havia uma barraca, por exemplo, com diversos videogames clássicos. Se eu quisesse montar uma coleção, poderia sair dali com um Odyssey (a R$ 25) e um Telejogo (modelo 1!) na mesma barraca. Em outras barracas, ainda avistei um Gemini (sim, o clone norte-americano do Atari 2600, feito sob encomenda para as lojas Sears!), alguns SNES, Playstation 1 e Mega-Drives. Aliás, Mega-Drives estavam por todos os cantos, parece que virou um caminhão da Tec Toy ali por perto.

Algumas barracas com ferramentas tinham, por exemplo, parafusadeiras Skil por R$ 120, em média. Outros trouxeram uma politriz a R$ 180. Ainda vimos (e o André se interessou) por uma multifuncional laser Samsung (imprime, digitaliza, tira xerox, passa fax, só não faz café e cafuné) de uns 25 kg que estava sendo vendida a R$ 80. Só que sem o compartimento dos cartuchos - segundo o vendedor, ele traria tudo na semana seguinte. Ele ainda tentou baixar o preço para R$ 50, mas depois de muito olhar, nada feito.

Encontrei também itens que eu nunca imaginaria ver por aqui, como um transformador para maquetes de ferreomodelismo produzido pela Fleischmann, alemã.Eu só vi esse transformador nas revistas que meu avô tinha, e que eram do final dos anos 1970.

Ainda vi coisas como DVDs piratas de pornôs, no naipe de "Arrombada por um pônei" (não quero nem pensar), muitos celulares (e sucatas de celulares também), roupa, ferramentas, sucata de informática, HDs (você confia? Nem eu), videogames, televisores, monitores (até LCD), impressoras, LPs, CDs, câmeras, filmadoras... Eu vi um pouco de tudo. Garantia? "La guarantia soy yo", meu filho. Até porta de box blindex eu vi por lá, mas não perguntei o preço. Quanto à lambreta (sim, uma lambreta, aquelas motos pequenas que você dirige sentado), pediram R$ 1800 ao Marcio.

Vamos aos relatos:
  1. O André (que foi comigo) contou que pegou um Expert DD-Plus (aquele, preto, com drive embutido) por módicos R$ 10. O vendedor queria R$ 15, ele choramingou um pouco, pegou por R$ 10. O micro precisava de uma pintura e resolver um mau-contato no conector do slot, e ainda um teclado. A limpeza e a pintura ele providenciou, e o mau-contato foi fácil de resolver. Faltava um teclado.
  2. Outro dia, André e Marcio perambulando pela feira, encontram uma imagem de Jesus Cristo, e um item curioso embaixo. Marcio diz ao André que "Se fosse uma cobra, já teria te mordido!", por 3 vezes. Removendo a imagem, ele encontrou um teclado de Expert, preto. R$ 8. Bastou colocar e usar, um Expert DD-Plus por R$ 18.
  3. Marcio achou um Mega-Drive a R$ 10. Choramingou, ofereceu R$ 5, o sujeito topou... Abriu a carteira e encontrou R$ 0,80. André prontamente providenciou mais R$ 2, para inteirar e comprar o Mega por pouco mais da metade que foi oferecido. Logo, o sujeito entrega o Mega, arremata as moedas que estão na mão direita do Marcio... E ignora a nota de R$ 2 que estava na mão esquerda. E vai embora. Logo, esse Mega-Drive foi apelidado de esfiha do Habib's, por ter sido arrematado por quase o mesmo valor do alimento da famosa rede de fast-food.
  4. Tinha um Mega-Drive II à venda por R$ 15, mas segundo os frequentadores habituais, aquele Mega está lá há uns 3 meses, e nada do vendedor baixar o preço.
  5. Alguns itens estão mais caros do que nas lojas: Um VGA Box foi-nos oferecido por R$ 180, enquanto que no MercadoLivre você encontra por R$ 130. Vale a procura.
Valeu a pena? Se valeu, foi muito divertido. Pena não ter encontrado nada de MSX por lá, mas numa próxima ida, irei investigar mais a fundo. Fica a dica a todos vocês.



05 agosto 2007

Mais uma volta no Avenida Central e na Uruguaiana

O Cesar veio ao Rio, e lá fomos nós ver o que tem de novo nos cantos interessantes do Rio, como pretexto para nos encontrarmos e falarmos abobrinha.

Primeiro fomos no Edifício Avenida Central, point carioca de quem gosta de tecnologia. Os "chópi-sentis" de informática por lá estão tomando o lugar das lojas de eletrônicos que fecharam, e se você não quer ir ao Boadica para ter mais certeza, bater perna no Avenida Central é uma diversão.

A primeira constatação que fizemos é que o CRT morreu. Morreu, velho e farto de dias, cansado mas certo da sua missão cumprida. O LCD tomou o lugar, e agora é onipresente. Eu só vi 2 CRTs, dentro de uma loja de assistência técnica, em todo o lugar por onde eu passei com o Cesar.

Aliás, outra coisa que eu vi com mais facilidade foram equipamentos produzidos pela Linksys. Quando comprei meu primeiro roteador (um versão 5.0), tive que comprar em São Paulo, pois aqui não havia. Agora, roteadores, APs e outros trecos em caixas azuis (cor padrão da Linksys) são figurinha fácil em lojas que vendem material de redes e outras. Bom, muito bom, os Linksys são muito interessantes de se trabalhar, mesmo quando você por engano faz uma besteira e transforma ele num tijolo. E o pior, é que nem o guia para salvar um WRT54G funciona... Maiores detalhes, em breve, no meu blog.

Outra constatação, é que agora temos tocadores de MP3 da Sandisk por lá. Até há pouco tempo, só víamos tocadores fabricados pela Creative, mas o Sansa já tornaram-se bem mais populares e comuns, o que é bom. Resta saber quando teremos mais câmeras digitais não-Sony por lá.

E fomos à Uruguaiana... Abaixo vai a lista do que vimos nas quadras:


  1. A quadra A, tradicional reduto de venda de celulares e PDAs, estava mais cheia de gente do que o de costume. Também vimos mais "bagulhos" à venda. Em alguns boxes, alguns Cliés à venda (um NZ90, um outro que esqueci), alguns Palms... Muitos Tungsten T2, alguns E2 também. Em termos de celulares, vimos um Sony Ericsson , P900, a R$ 600. Outra surpresa foi encontrar a banca do Jorge Carlos razoavelmente vazia. Logo ele, que estava sempre cheio... Muita concorrência, agora a maioria que vende celulares, vende também cartões de memória. Afinal, a maioria dos celulares hoje em dia aceitam cartões. Também vimos um Motorola A1200, o queridinho de todos os geeks fãs de Linux, por R$ 900. E ele é um danado de um celular bonito. E por último, topamos com muitos Nextel. Parece que a população que usa muito celular está indo na direção dos Nextel. Melhor para eles, já que estavam mal das pernas, financeiramente falando...
  2. Na Quadra B, reduto de videogames, encontramos o Xbox 360 a R$ 1400, o Wii a R$ 1200 e o PS3 R$ 2100. O curioso foi ver que, apesar da popularidade imensa do console da Nintendo, na Uruguaiana tem muito pouco. Ah, também encontrei um Xbox 1 à venda. Pensei em HTPCs, mas desanimei com o preço: R$ 900. Com isso eu monto um PCzão para fazer o mesmo trabalho. Ah, vi a abertura do jogo baseado no filme dos Transformers (acho que é para PS2), é sensacional. E por último, achei um cabo USB para Nextel (meu irmão comentou da necessidade), a R$ 20.
  3. Na Quadra C, além dos MP3 players quase microscópicos (não tenho unha para pressionar uma tecla num daqueles bichos), encontramos algo inacreditável: Um telefone da Foston! Sabem a Foston, que faz esses MP3 players "ratoeira"? Então, 600 reais o modelo PDAPhone FS818. Não pergunte qual é o sistema operacional, porque eu não sei. Ainda achei um box de miniaturas de carros (tem de tudo, muito bom), me senti vendo a versão carioca da Arte em Miniaturas, no Stand Center. Ah, as telas de 7 polegadas já estão a partir de R$ 300, logo uma para um dos meus MSX começa a soar possível. E por último, de relevante, um camelô de DVDs originais tem a 1a temporada do McGyver a R$ 70, e as duas primeiras temporadas da Deep Space Nine a R$ 90 e 100, respectivamente. Como diria o Dr. Venom: "Um caminhoneiro morreu por esse produto".
  4. E na quadra D, camisas. Muitas camisas. Vale destaque o ícone pop de uma geração, o Seu Madruga, que estampa várias camisas, parodiando desde o Superman até o Che Guevara, incluindo uma dos Ramones, com 4 caras do Seu Madruga na estampa. Aliás, tem duas sensacionais, que eu vou ficar devendo foto: A camisa do Homero, que é o Homer Simpson como Che guevara (Cerveza o muerte!), e a camisa do Cha, que é o Chaves como Che. O Ernesto deve estar pulando dentro do caixão... E por último aquela que é bem sugestiva para o nosso amigo Spy: Fígado Total Flex.

E para encerrar, enquanto nos encaminhávamos a um Bob's, para tomar um milk-shake e bater papo, encontramos um camelô de placas-mãe na esquina da Uruguaiana com a Presidente Vargas. Tinha umas 5, 6 placas-mãe, uns HDs, um CD-ROM... Ou seja, agora temos camelô vendendo hardware! Eu vi micros com telas LCD e notebooks Acer no camelódromo, mas placas-mãe, na rua? Só na feira da Praça XV.

E dali, papo vai, papo vem, e o resumo resumido desse relatório que vos segue. Depois contamos mais.

28 janeiro 2007

A longa marcha

Nessa minha última ida a São Paulo, dediquei tempo a visitar a Santa Ifigênia (ou Efigênia?) e o Stand Center. Calha de eu ir a um ou ao outro... Dessa vez fui nos dois. E tirei fotos, conforme vocês podem ver aí do lado. Logo, aqui vai o relatório.

Na sexta, dia 19, me aventuro inicialmente, visitando a padroeira de todos os nerds, geeks e executivos de fronteira, a Santa Ifigênia. De cara, tenho que desbloquear um Sega Saturn preto, pertencente ao Dr. Venom. E só o miserável do videogame tomou 40% da minha mala... Fora o peso. Achei onde desbloqueá-lo, na CB Central Service (Rua Santa Ifigênia, 308 - sala 31). Os caras parecem ser bons com videogame, vê só as fotos aí do lado (eu vi vários CDX, Mega-Drive, etc). Só que, no caso daquele Saturn, a cirurgia foi mais complexa: Desmontaram-no e trocaram a placa-mãe. Segundo eles, o desbloqueio para aquele modelo (antigo) não era mais feito. 90 minutos de trabalho. Saio, volto depois, vou resolver outras coisas...

Na PC Eletrônica (Rua Santa Ifigênia, 338 box 9), entrego a bateria do meu notebook, para ser consertada. Conforme relatei anteriormente, baterias 3, Ricardo 0. R$ 180 pela troca das células da bateria. Se resolvesse, ótimo. Se não resolvesse, uma bateria nova custaria R$ 380. Hmmm... É, vou topar. Aí tive que voltar na Santa, no dia seguinte (sábado, 20) para pegar a bateria e ver se funcionaria.
Aproveitei para coletar cartões e preços, e aqui eu os relato a vocês o que vi, antes e depois de ter pego o Saturn:

  • Na Digital West (Rua Aurora, 200, loja 124), encontrei os Athlon 64 X2 3600 a R$ 530, e os 4200 a R$ 830. Vale lembrar que todos são soquete AM2. Ah, encontrei também um gabinete da CoolerMaster, todo em aço escovado, com módulo IR, pronto para montar um media center. O problema era o preço: R$ 840.
  • Na MicroMille (Rua Aurora, 182, loja 18), encontrei gabinetes novos, muito bonitos (novamente para pensar em tê-los na sala como media center, e não no escritório) por R$ 255 (preto) e R$ 315 (prata).
  • Mídias DVD-R e CD-R não estão com um bom preço. Já foi o tempo em que eu comprava em São Paulo por ser mais barato. Agora, neca. Na GisAds (Rua Santa Ifigênia, 502 - Box 22/24), encontrei DVD-R da SVA (!) a R$ 1,20, SmartBuy a R$ 1,30, e LG a R$ 1,50. Foi o preço médio do que eu encontro aqui no Rio.
  • Quanto a games, achei o Wii a R$ 2 mil na SS Games (viaduto Santa Ifigênia, 66 - Loja 401/403), mas o melhor preço é o da Games Evolution, que pediu R$ 1900, mas faz por R$ 1700 em dinheiro. Nada mal, mas já me disseram que no Rio você consegue comprar ele a R$ 1500, ainda levando o Zelda junto. Mas também não procurei muito... Ah, foi na SS Games que o Rigues cometeu mais um momento banana.
  • Notebooks! Andei procurando preços de notebooks, já que eu pretendo vender o meu, conforme anunciei anteriormente (propostas nos comentários). Muitos Acer, a propósito. Vi o modelo Aspire 5050 (Turion 2 Ghz, 512 Mb RAM, 80 Gb de HD, Wireless, DVD, etc) a R$ 3400, na Notebooks Paulista (Rua dos Gusmões, 352). No Lojão da Informática (Rua Santa Ifigênia, 480 - loja 15/20), tinha um Acer com um processador dual core (Turion X2), 1 Gb de RAM, 120 Gb de HD, por R$ 3500. Mais interessante. Na filial deles, o Acer Aspire 5100 - 3059 (alguém entende esses códigos?) a R$ 2700, e o 5050 - 3205 a R$ 2920. Na... Ata 100 (!) (Rua Vitória 257 - Loja 205), um Acer de 14 polegadas a R$ 2800, e o de 15 polegadas a R$ 2900. E por último, na RedByte, um (aleluia, chega de Acer) Compaq Presario V2575 (um daqueles pequenos, cuja bateria dura para caramba) a R$ 3500. Era refurbished.
  • Já declinei em algum lugar que o meu sonho é por um LCD num dos meus MSX. Então vez por outra eu procuro preços de telas de 7 polegadas, por curiosidade. E na Comercial Dakar (Rua Santa Ifigênia, 276 - Loja A-1) encontrei uma tela a R$ 370. Se quiser com TV, R$ 400. Bem, como a diferença é pequena, se eu fosse comprar, pegaria com TV mesmo. Se eu fosse.

Ainda vale lembrar a Qualicomp (Rua dos Timbiras, 227), que tem uma variedade grande de produtos, e a RNV Componentes, que vende componentes, mas eles não tinham o solenóide da impressora Laserjet IIIP, que eu tanto queria, além da Galeria América, que deve ser legal, afinal, me entregaram 3 folhetos em momentos diferentes... E por último, mas não menos engraçado, o "serviço para sogra" aí embaixo. Que tal?


Ainda há o Stand Center, que não há muito o que dizer: Nas lojas 83B e 47A, a Canon Powershot S3 IS estava a R$ 1150. Comprei na loja 156 a S2 IS a R$ 950, conforme eu falei antes. Como eu estava bem cansado, não andei muito atrás de curiosidades, só queria comprar a câmera e partir de lá.

Por último, vale aqui a foto do bombom mais caro que já comi na vida. A explicação é simples, comprei no check-in do Aeroporto de Congonhas, enquanto esperava o vôo (atrasado) da BRA para Rio, BH, Salvador, Recife, Natal e Fortaleza (sim, parece um trem parador). Também, para ter a passagem a R$ 89, queríamos o quê?

A prova do crime: R$ 2 por cada bombom.


Maiores novidades conto depois.

10 setembro 2006

Volta à Uruguaiana

clichê mode on
Depois de um longo e tenebroso inverno...

clichê mode off

Voltei à Uruguaiana essa semana, para ver algumas coisas e fazer algumas compras. Na quadra A, agora tem mais comércio de tênis, e material relativo a celular, e menos dos vendedores de eletroeletrônicos de "procedência duvidosa".

Mas, antes, rodei no Edifício Avenida Central, tradicional ponto de mini-shoppings de informática do Rio de Janeiro. Resolvi fazer uma pesquisa de redes Wi-Fi, como curiosidade... E achei uma dúzia de redes. 12! Pelo visto o wireless se popularizou por lá mesmo.

Achei uma rede aberta ("default"), conectei nela e naveguei um pouquinho. Em particular, fui no BoaDica, para ver preços de processadores. Como a AMD baixou os preços dos seus processadores para concorrer com a Intel, que está adotando uma política bem agressiva de preços... Melhor me informar. Bem, o que achei mais barato que fosse dual core, com soquete AM2 (não vou para o 939, visto que ele vai morrer em breve) ainda estão caros para o meu orçamento: em torno de R$ 900. Em compensação, os Intel Core 2 Duo estão a R$ 730! É... Gosto do hardware que uso, mas talvez eu repense minha "fidelidade" à AMD daqui a um tempo. Espero que baixem o preço logo.

Não tenho muito saco de navegar na tela do T|X, por isso deve ser que a bateria dure tanto, pois eu uso pouco o Wi-Fi. Comprei um microfone preto, da Goldship. É... Vai acabar a desculpa de não usar mais o Skype. Comprei também uma capa nova para o Palm, uma da Case Logic, made in Hong Kong, por R$ 40. Com zíper, mais bem acabada do que a anterior (que vai pro lixo qualquer hora dessas), e mais bonitinha. Ah, vi um gabinete sem drive de disquetes, mas com um leitor de cartões de memória no lugar.

Mas nosso assunto principal é a Uruguaiana. E lá fui eu. Muita coisa para contar. De cara, na quadra A, encontrei um Treo 650 à venda lá por R$ 900. Isso é uma novidade, Treos abaixo dos 4 dígitos e disponíveis na Uruguaiana. Além desse Treo (aliás, eram 3), a maioria dos Palms é tudo Tungsten E, nem é o E2. Não vi nenhum T|X. Pocket PCs são raros por lá, vi um ou outro, e ainda mais raros os que são smartphones. Nada de hardware para PC, mas achei um sujeito vendendo cabos para celular (DKU-2 e DKU-5), R$ 45 e arrematei os dois. Mas tive problemas com um deles, conto depois no meu blog, titular. E nem é do cabo, acho que é crise com o driver da Nokia mesmo.

Playstation 2 a R$ 480! E numa baita duma faixa. Só isso? Duvido que já esteja desbloqueado. E estão fazendo jogo de tudo, até do filme Cães de Aluguel! Em termos de videogames, o PS2 impera por lá. Existe algum rescaldo de SNES, GBA ainda. PSP... Não vi nenhum. Nem o DS. Vi um Gamecube (cinza), e nenhum Xbox. Tá, para não dizer que não vi, vi uma caixa, ao longe. Sò isso.

A Uruguaiana, além de ser o paraíso dos Playstation 2, transborda de câmeras digitais da Sony (de todos os modelos, tamanhos e bolsos). Vi algumas Samsung, uma Olympus aqui e ali, e umas outras marcas. Mas Sony, você tropeça nelas. Tem de todos os tipos. Os MP3 players que são pendrives (da Foston) também você perde a conta. Todo lugar tem. Muitos clones de iPod, aqueles chineses esquisitinhos... Não tem 1/10 do charme do original. Mas são bem mais baratos. Das telas portáteis, LCD, a mais barata foi R$ 500 que me pediram.

Quanto a cartões de memória, sempre o melhor é o Jorge Carlos. Comprei um miniSD, de 256 Mb de RAM, por R$ 63, e um Compact Flash, de 1 Gb, por R$ 117. R$ 180 no total, e como sempre, com a garantia de 3 meses e a educação, que é o diferencial desse comerciante da quadra A.

Ah, achei uma rede wi-fi aberta lá. Sim, dentro da Uruguaiana! Na quadra A. Abri o T|X, resolvi detectar, achei uma, "MBB". Uau! Loguei e resolvi navegar um tiquinho, aproveitar da bobeira do sujeito que botou aquele D-Link na configuração padrão. Achei outra rede lá, mas essa estava fechada. Quem diria!

Ah, encontrei um sujeito que vendia caixa de disquetes também... As canetas que dão choque são uma praga, tem montes à venda. Nada como uma brincadeira sem graça para irritar os outros. Bichos de pelúcia, dos grandes (felizmente ela não gosta de bichos de pelúcia).

Os CDs e DVDs piratas estão cada vez piores: 1 é R$ 5, 3 é R$ 10. Incluindo a pornografia. Minha opinião sobre isso eu deixo para o meu blog titular, lá eu falo o que acho disso. Bem, é isso, já dá para animar esse blog quase abandonado... Ei, Cesar, você não vai postar também não?

12 fevereiro 2006

FNAC Paulista

Esqueci de contar que, depois da ida ao Stand Center, relatado abaixo, atravessei para o outro lado da Av. Paulista, caminhei um pouco e entrei na FNAC, o lado burguês da cidade. Engraçado encontrar a loja razoavelmente cheia, mesmo para um feriado. Além de ser o oposto do Stand Center, em termos de preço, queria ver se todas as lojas eram iguais por dentro... E ver se tinha algo de interessante.

Conforme comentei no meu blog "titular", as FNACs são todas iguais, com o teto baixo, decoração em cores escuras (até a metade da parede) e tons pastéis, chão acarpetado... Ah, quem viu uma viu todas. Apenas por curiosidade resolvi comparar uns preços, do que vi no Stand Center, e na FNAC, como as câmeras Sony DSC-W5, que custam pouco mais que o dobro na mega-loja (R$ 1800, aproximadamente). É, paga-se o luxo.

Ainda vi cartões de memória de 512 Mb e 1024 Mb a R$ 430 (muito caro), mas também me surpreendi com um Playstation 2 slim, a R$ 900. Tá, precisa ser desbloqueado. Mas é na FNAC. Vi também gravadores de DVD (de mesa) a partir de R$ 930, o que é interessante: Há 1 ano atrás, um treco desse custava R$ 2 mil, ou em torno disso. Mexi num iMac G5, com tela widescreen de 19" (acho), e ainda olhei outras coisas... Só para matar o tempo.
Mas sai do playground com um livrinho sobre o meu herói preferido, Batman, desses que compramos nas bancas, a R$ 14,90.



Depois eu falo da Santa Ifigênia, que eu estou devendo...

25 janeiro 2006

Peregrinação ao Stand Center

Tal qual os muçulmanos devem ir a Meca pelo menos uma vez na vida, os membros da "equipe" desse blog também devem ir ao Stand Center, com a diferença de que isso deve ocorrer a cada visita à paulicéia desvairada. Afinal, o Stand Center é um misto de Camelódromo da Uruguaiana com Avenida Central, logo vale a pena visitar.

Hoje, 25 de janeiro, feriado municipal (aniversário da fundação de Sampa), eu fui fazer cumprir a escrita: Peguei uma carona com o Spy, que me deixou lá, e fui investigar. Foi-me passado, a pedido, uma lista de coisas para levantar preço. Como corri atrás de outras coisas, em proveito próprio, coloco lá embaixo os preços do que vi.

Parece que a batida que a PF deu no Stand Center (post aqui) não foi suficiente para desanimar os orientais: Encontrei muita coisa lá à venda, em preços bons. O curioso de lá é que a ênfase é dada em eletroeletrônicos, mas você encontra pouco videogame lá. Parece que tem mais na Santa Ifigênia. Tem lojas que vendem roupas, principalmente nos corredores centrais. Uma delas, por exemplo, tem uma coleção imensa de... Gravatas. Uma loja de perfumes, outras com manequins... Mas aquela senhora que vendia ímãs de geladeira, caiu fora. A Arte em Miniaturas está lá, e tirei umas fotos da vitrine (isso já virou tradição), além de muita câmera digital, MP3 players, alguns sons para carro, e incrivelmente pouca coisa para computadores. Acabei comprando 2 canetas (minha mãe e minha namorada), um chaveiro e um relógio na forma de pneu (vou decidir quem ganha, meu pai ou meu irmão), sempre levo uma lembrancinha. Mas vamos ao que eu vi de interessante lá (foram 16 cartões de visita coletados):


  • CD-RW da Maxell a R$ 2,50. Well, o preço é o mesmo do Rio, né? É, mas CD-RW da Maxell no Rio é raridade. E o q eles tem de especial? Simples, são os únicos que nunca encrencam com o CD-player do meu carro. Logo, peguei alguns.
  • CD-R da Sony, original (ou então é cópia bem-feita) a R$ 1,20.
  • Roteador Linksys modelo WRT54G (pelo que vi, funciona com o OpenWRT), a R$ 270 (estande 130). Existem outros, como um MSI (estande 143A) que também é servidor de impressão, um Linksys WRT54GC (estandes 1B e 118 - não tem suporte ao OpenWRT), LG, etc.
  • Cartões de memória para todos os tamanhos e gostos: SD, MMC, CF, Memory Stick, xD... De 128 Mb a 1024 Mb. Os SD de 1 Gb custavam R$ 270 (Kingston) ou R$ 320 (Sandisk) no estande 1B, fora os Memory Stick Duo de 1 Gb (PSP!), a R$ 320 (estande 89).
  • Andei procurando uma gaveta de HD que fosse de 3,5", e que ligasse na USB, e que fosse USB 2.0 (bem mais rápido). Achei algumas, de 2,5" (HD de notebook), 3,5" e 5,25" (CD-ROM), sendo que tinha, R$ 110 a R$ 180 (estandes 130, 94, 78). No Rio só vi a da Goldship. Lá vi várias, inclusive com ventilação forçada, o que é bom, visto que HD hoje em dia é bom para esquentar almoço.
  • Cameras, câmeras e mais câmeras! O que mais tem lá é câmera. Aqui vai a lista das que eu levantei preço:

    1. Sony DSC-H1 - R$ 1200 a 1300 (estandes 47A, 109, 128);
    2. Fuji Finepix S5100 - R$ 1100 (estande 109, só);
    3. Sony DSC-W5 - tem aos montes, com o preço médio de R$ 750 (você encontra em vários);
    4. Olympus D590 - R$ 650 a R$ 700 (a 595 eu vi pelo mesmo preço - estandes 1, 65 e 108);
    5. Casio Z750 - R$ 1220 (estande 77);

  • MP3 players, que são pendrives, gravadores, etc, etc, etc... Os de 512 Mb estavam a R$ 190, e os de 1024 Mb (o popular Um Giga"), a R$ 290 (estandes 14B, 88, 77);
  • Tem uns adaptadores Bluetooth, de R$ 120 a R$ 150 (estandes 1B e 94);
  • DVDs portáteis, a partir de R$ 380 (Coby). Os que tocam DivX eu não vi.

Não vi cartões de memória com mais de 1 Gb, ou baterias para notebook (embora pelo menos um box de assistência técnica). Mas gostei de alguns preços, acho que amanhã volto lá para comprar um roteador Linksys e uma gaveta de HD. A câmera... Eu vou ter que pensar mais. O resto, vou repassar como informação ao pessoal que pediu.

Pelo que notei, o Stand Center continua o mesmo: Muita coisa à venda, nem só eletroeletrônicos. Muito oriental, com lixeiras e letreiros escritos em chinês mandarim, e muita gente falando num idiomazinho engraçado (sem contar os que também mal falam o português); a Arte em Miniaturas, com coisas sempre divertidas e dignas de foto; produtos interessantes, com preços melhores ainda.

Amanhã tem Santa Ifigênia! Depois eu conto.

28 novembro 2005

Rodando pelo centro do Rio...

Na última 6a andei um bocado pelo centro do Rio, programa que aliás, eu gosto - devo ser masoquista. Vale a pena comentar algumas coisas interessantes:


  • Existe uma loja de correias na Rua República do Líbano, 6, onde quem tem algum aparelho que precise de correia, pode encontrar lá. Um amigo meu conseguiu uma para um drive de CD-ROM mais antigo, e outro, para o drive de um Sony XDJ (um MSX 2+). É o mesmo local onde eu comprei, há tempos atrás, a correia para o drive do meu Turbo-R.
  • Na Rua Regente Feijó tem dois sebos de informática, coisas bem pequenas. Olhei... Além dos HDs no estado a R$ 10, mais nada de interessante. Alguns monitores, gabinetes, impressoras... Nada digno de nota. Estamos ficando sem opções por aqui, acho que vamos ter que fazer uma excursão ao Supermercado Sucatas Bim, em Campinas.
  • Tem uma barraca de camelô vendendo quadrinhos, esquina da Rua da Carioca com a República do Paraguai. O preço é bom, e o material, bem embalado. Parece interessante.

Já na Uruguaiana... Achei uma DSC-W5 preta a R$ 950. O preço dela é R$ 1100, mas o sujeito baixou o preço pq ele não tem a caixa (logo, a câmera é vendida como usada). Tirando isso, nada de novo, os mesmos preços de sempre.

25 junho 2005

Passada rápida na Uruguaiana

E uma curiosidade que vale a pena ressaltar: Passo numa loja no Avenida Central, e vejo uma câmera da Sony, uma DSC-W1 preta. Etiqueta dizendo que é "brasileira", menu em português, etc. Pergunto o preço, me dizem R$ 1950 à vista. Sim, a loja é careira. Essas câmeras, é bom lembrar, tem garantia de 3 anos.

Vou na Uruguaiana, Quadra A. Primeiro box que vejo com câmeras, pergunto o preço de uma W1 igualzinha. O ambulante me retorna na lata: R$ 1190, mas cobramos 10% a mais se quiser parcelar no cartão de crédito.

É mole? Agora, o que acontece para termos tal disparate de preços? E o que faz um camelô ter máquina de cartão de crédito, e ainda fazer parcelamento? Loucura, né?



E como diria o João... Um caminhoneiro morreu por causa desse produto.

30 dezembro 2003

Os Palms e câmeras digitais

A Uruguaiana não está tão convidativa para câmeras digitais, mas está pelo menos para os palmtops. Na barraca do Fidélis, na Quadra A, um Palm m515 poderia ser encontrado a R$ 600. Com tela colorida, entrada para cartão SD e outros badulaques. Ali perto, um teclado para Palm V (deve servir no m515, embora o dono disse que não) a R$ 220 (bom preço). Havia Palms numa terceira banca a partir de R$ 450 (mas deveria ser de acordo com a cara do freguês).
Quanto a câmeras, umas Mavicas, uma Cybershot de 5,0 MegaPixels a R$ 1500, uma Laicon de 3,3 MP a R$ 600... E umas câmeras Olympus (R$ 450) e Samsung a R$ 700. Câmera já foi mais vantajoso, não é mais (as promoções do Submarino estão mais convidativas.
E o GPS foi vendido, lá não estava mais. Aliás, um GPS era algo q eu imaginava q era só vendido na Uruguaiana, mas o Cesar disse que na Feira dos Importados, de Brasília, tem uma barraca só de GPS. Uaaau.
Aqui acaba a minha jornada, até a próxima ocorrer. =)