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08 julho 2011

Tabletes e modems para DJs de ônibus

  • A coqueluche entre os xing-ling à venda na Uruguaiana é o Q5, um clone do Nokia E5 com dois "alto-falantes" e uma guitarra pintada na traseira, e vendido como tendo "um super som 3D". Se tem "super som 3D" não sei, mas daqui a pouco algum DJ de ônibus vai testar isso pra gente.
  • Parece que a onda agora é vender minimodems: na Avenida Central e na Uruguaiana, são modems retail da ZTE; na feira dos importados, modems da rede Wo (3G) da China Unicom.
  • O domínio dos Coby Kyros e dos Pandigital Novel na Feira dos Importados é tão grande que... é mais fácil encontrar Orange Cools e MIDs da vida no Avenida Central. Teve uma banca, inclusive, que começou a vender Multilaser Life.

13 julho 2008

Avenida Central, o mundo

Final de tarde, estava eu no centro do Rio, resolvendo várias coisas (relógio no conserto, FAPERJ, etc), e resolvi dar uma passada no Edifício Avenida Central. Dessa vez não fui na Uruguaiana, passei reto por estar sem tempo. Acabei tendo algum, e fui no Avenida Central. Abaixo vai o que eu vi por lá:


  • Eu vi um verdadeiro derrame de notebooks do fabricante nacional Microboard. Devem ter virado um caminhão na Rio Branco, e não ficamos sabendo. Impressionante como tem dos notebooks dessa empresa por lá. Quase todos são do mesmo modelo, a propósito.
  • Outro que está muito presente é o eeePC, da Asus. Só que o modelo 900 (o com a tela de 8,9"), se está lá, não apareceu hoje para bater o ponto. Simplesmente não vi um. Estava curioso para vê-lo, no que mudou (além da tela maior). Mas não vi, só os 700 e 701 "de sempre".
  • Com isso, os notebooks da Asus acabaram aparecendo. Deixo claro que são os notebooks da Asus que não são o eeePC. Esse aparece fácil. Mas vi outros modelos, de tamanho "normal" por lá.
  • Fechando o papo sobre notebooks, os Sony VAIO estão mais comuns. Ainda estão caros, mas já é possível ver VAIOs vermelhos, prata (o mais comum) e rosa (com o detalhe do teclado, parecido com o dos MacBook, e a sensação para mim de que é uma versão modernizada do teclado chiclete dos TK-90x). E, ainda nos VAIO, um UMPC da Sony, o VGN-UX50. Esse é "mosca da cabeça branca", vi um só. E é estranho, o bicho.
  • Saindo dos notebooks e indo para os roteadores... Primeiro, a Linksys diminuiu a sua presença no Avenida Central: Vi menos WRT54G do que vi da outra vez. Talvez estejam pretendendo investir mais em modelos pré-N - que são todos pretos.
  • Em compensação, os D-Link, que já eram abundantes, são ainda mais agora. E os modelos pré-N, pretos, começam a aparecer mais nas lojas, mas ainda com preço muito alto, como é qualquer início.
  • Agora, vi alguns NetGear, principalmente dos modelos comuns deles, o WGR614. Mas infelizmente nenhum com L no final, o que significa o modelo aberto, pronto para trocarem o firmware e fazerem gracinhas com ele... Ainda da NetGear, alguns NAS para usar em redes pequenas ou domésticas.
  • Por último, roteadores TP-Link, no meio dos outros modelos. Mas mais na Datatri.
  • Uma coisa curiosa que vi é um teclado sem fio da Goldship, feito teclado de notebook, com direito a touchpad e tudo. Mas para usar em PCs. Simpático, mas não vi o preço. Pode ser útil para quem for montar media-centers, e não quer ficar com um teclado espetado no gabinete.
  • Eu não sei onde o iPod é popular no Brasil, mas sei que no Avenida Central vi alguns à venda... Sinceramente, para comprar algo com o logo Apple, somente por ter o logo Apple... Prefiro comprar um desses MPqualquer-coisa. Depois de termos visto um que é celular dual SIM-card, receptor de TV digital 1-Seg, tocador de MP3 (e outros formatos), de vídeo (e outros formatos), gravador de voz e outras coisas (só falta fazer cafuné)... iPod vende no Brasil? A impressão que tenho é que não.
  • E câmeras, muitas câmeras digitais. Tirando a loja especializada em fotografia no 1o piso da sobreloja, quase tudo é o tipo point-and-shoot. E nessas a Sony reina, embora vi algumas Samsung, Canon e Casio. Ah, vi algumas que são "um projeto de DSLR", como a minha Canon Powershot S2 IS. Nenhuma realmente caprichada, afinal das contas.
  • Pendrives de 16 Gb a 140 reais da Markvision (aquele pequeno e todo emborrachado), e pendrives Kingston de 8 Gb a 90 reais, em média. Mas se procurar acha mais barato. Se for comprar, prefira um sem tampa. Melhor do que correr o risco de perdê-la.
  • Surgem os primeiros GPS por lá. E todos os (poucos) que vi, com detector de radar. Hum, bacana. Na verdade eu queria arrumar mapas para o Palm, aí eu compraria um GPS "de bolso", para transmitir via Bluetooth para o Palm, e aí seria perfeito. Mas não vi, então...
  • E por último, vale ressaltar que os Correios abriram uma agência dentro do Avenida Central, até que enfim. O volume acaba sendo tão grande, que compensou abrir uma lá. Melhor para todos, mas se bem que eles estão de greve...
Bem, é isso. Não fui na Uruguaiana, então deverei comentários para a próxima postagem.

28 junho 2008

31 de Maio

(Sim, com um mês de atraso. Olhem só.)

E, depois de um bom tempo, finalmente os dois (ir)responsáveis por este blog conseguiram se encontrar e fazer um passeio por onde interessa.

Iniciando o circuito pelo Edifício Avenida Central. Finalmente os lojistas se renderam à força do "pequeno notável" Eee PC; diversos deles, em branco, preto e outras cores no meio, e na Mobile Planet (que sempre foi a loja mais trendy de notebooks no Avenida Central, desde quando notebooks eram caros) tem um HP Mini Note 2133. Outra marca que apareceu por lá foi a Linksys; haviam muitos WRT54G. A tradicional loja da Vivo no segundo andar ganhou uma merecida repaginada, em linha com as outras lojas próprias da operadora. Estava bem fraco em termos de MP3/MP4 players 'de marca', e, como não poderia deixar de ser, dentre os 'genéricos' tinha de tudo, desde clones de iPhone até a última novidade da Japal Technology, o "Plus and Play". Alguns adaptadores 1Seg para laptops à venda. E se você quiser montar um blade em casa, sim, tem um case para blade à venda.



Segunda parada, Uruguaiana. E uma constatação: a Quadra A voltou com forca total; onde haviam os PDAs, agora tem os celulares - smartphones, telefones populares, Nextels com marca da Boost Mobile americana, os telefones chineses, todos eles, inclusive iPhone. E encontramos o Jorge Carlos na banca, o que de uns tempos pra cá é quase um acontecimento. Preço de mídia roçando o chão, não encontramos o argentino da quadra C (ou era B?), a muvuca de sempre.

No final, feira da Praca XV. A parte "oficial" estava bem legal, muita coisa interessante, entre elas um capacete de piloto soviético. Já a parte "extra-oficial" estava, como sempre, bem mais interessante para a nerdalhada; dois Pense Bem, alguns Playmobil, alguns Super Trunfo e até um MyWeb...




05 agosto 2007

Mais uma volta no Avenida Central e na Uruguaiana

O Cesar veio ao Rio, e lá fomos nós ver o que tem de novo nos cantos interessantes do Rio, como pretexto para nos encontrarmos e falarmos abobrinha.

Primeiro fomos no Edifício Avenida Central, point carioca de quem gosta de tecnologia. Os "chópi-sentis" de informática por lá estão tomando o lugar das lojas de eletrônicos que fecharam, e se você não quer ir ao Boadica para ter mais certeza, bater perna no Avenida Central é uma diversão.

A primeira constatação que fizemos é que o CRT morreu. Morreu, velho e farto de dias, cansado mas certo da sua missão cumprida. O LCD tomou o lugar, e agora é onipresente. Eu só vi 2 CRTs, dentro de uma loja de assistência técnica, em todo o lugar por onde eu passei com o Cesar.

Aliás, outra coisa que eu vi com mais facilidade foram equipamentos produzidos pela Linksys. Quando comprei meu primeiro roteador (um versão 5.0), tive que comprar em São Paulo, pois aqui não havia. Agora, roteadores, APs e outros trecos em caixas azuis (cor padrão da Linksys) são figurinha fácil em lojas que vendem material de redes e outras. Bom, muito bom, os Linksys são muito interessantes de se trabalhar, mesmo quando você por engano faz uma besteira e transforma ele num tijolo. E o pior, é que nem o guia para salvar um WRT54G funciona... Maiores detalhes, em breve, no meu blog.

Outra constatação, é que agora temos tocadores de MP3 da Sandisk por lá. Até há pouco tempo, só víamos tocadores fabricados pela Creative, mas o Sansa já tornaram-se bem mais populares e comuns, o que é bom. Resta saber quando teremos mais câmeras digitais não-Sony por lá.

E fomos à Uruguaiana... Abaixo vai a lista do que vimos nas quadras:


  1. A quadra A, tradicional reduto de venda de celulares e PDAs, estava mais cheia de gente do que o de costume. Também vimos mais "bagulhos" à venda. Em alguns boxes, alguns Cliés à venda (um NZ90, um outro que esqueci), alguns Palms... Muitos Tungsten T2, alguns E2 também. Em termos de celulares, vimos um Sony Ericsson , P900, a R$ 600. Outra surpresa foi encontrar a banca do Jorge Carlos razoavelmente vazia. Logo ele, que estava sempre cheio... Muita concorrência, agora a maioria que vende celulares, vende também cartões de memória. Afinal, a maioria dos celulares hoje em dia aceitam cartões. Também vimos um Motorola A1200, o queridinho de todos os geeks fãs de Linux, por R$ 900. E ele é um danado de um celular bonito. E por último, topamos com muitos Nextel. Parece que a população que usa muito celular está indo na direção dos Nextel. Melhor para eles, já que estavam mal das pernas, financeiramente falando...
  2. Na Quadra B, reduto de videogames, encontramos o Xbox 360 a R$ 1400, o Wii a R$ 1200 e o PS3 R$ 2100. O curioso foi ver que, apesar da popularidade imensa do console da Nintendo, na Uruguaiana tem muito pouco. Ah, também encontrei um Xbox 1 à venda. Pensei em HTPCs, mas desanimei com o preço: R$ 900. Com isso eu monto um PCzão para fazer o mesmo trabalho. Ah, vi a abertura do jogo baseado no filme dos Transformers (acho que é para PS2), é sensacional. E por último, achei um cabo USB para Nextel (meu irmão comentou da necessidade), a R$ 20.
  3. Na Quadra C, além dos MP3 players quase microscópicos (não tenho unha para pressionar uma tecla num daqueles bichos), encontramos algo inacreditável: Um telefone da Foston! Sabem a Foston, que faz esses MP3 players "ratoeira"? Então, 600 reais o modelo PDAPhone FS818. Não pergunte qual é o sistema operacional, porque eu não sei. Ainda achei um box de miniaturas de carros (tem de tudo, muito bom), me senti vendo a versão carioca da Arte em Miniaturas, no Stand Center. Ah, as telas de 7 polegadas já estão a partir de R$ 300, logo uma para um dos meus MSX começa a soar possível. E por último, de relevante, um camelô de DVDs originais tem a 1a temporada do McGyver a R$ 70, e as duas primeiras temporadas da Deep Space Nine a R$ 90 e 100, respectivamente. Como diria o Dr. Venom: "Um caminhoneiro morreu por esse produto".
  4. E na quadra D, camisas. Muitas camisas. Vale destaque o ícone pop de uma geração, o Seu Madruga, que estampa várias camisas, parodiando desde o Superman até o Che Guevara, incluindo uma dos Ramones, com 4 caras do Seu Madruga na estampa. Aliás, tem duas sensacionais, que eu vou ficar devendo foto: A camisa do Homero, que é o Homer Simpson como Che guevara (Cerveza o muerte!), e a camisa do Cha, que é o Chaves como Che. O Ernesto deve estar pulando dentro do caixão... E por último aquela que é bem sugestiva para o nosso amigo Spy: Fígado Total Flex.

E para encerrar, enquanto nos encaminhávamos a um Bob's, para tomar um milk-shake e bater papo, encontramos um camelô de placas-mãe na esquina da Uruguaiana com a Presidente Vargas. Tinha umas 5, 6 placas-mãe, uns HDs, um CD-ROM... Ou seja, agora temos camelô vendendo hardware! Eu vi micros com telas LCD e notebooks Acer no camelódromo, mas placas-mãe, na rua? Só na feira da Praça XV.

E dali, papo vai, papo vem, e o resumo resumido desse relatório que vos segue. Depois contamos mais.

14 janeiro 2007

A volta tradicional do fim de ano

Como todo fim de ano (2005, 2004 e 2003), eu e o Cesar fomos dar uma olhada na Uruguaiana, ver o que tinha de bom. Nesse ano não tivemos a presença do Giovanni, nem a do João. Mas resolvemos esticar também até a Feira da Praça XV, para ver o que de divertido encontramos.

Inicialmente, como vocês leram no post passado, eu achei um hotspot aberto no meio da rua Buenos Aires, entre duas quadras... Conectei e postei no blog. Depois, ele chegou e saímosrodando. Aqui vão as coisas que vimos:

  • Definitivamente, o mundo vai acabar em DVD. Achamos mídias desconhecidas de DVD-R à venda por R$ 1,00. Sim, meninos, eu vi: UM REAL. Somente um real. Na quadra C.
  • Baterias... Achei a bateria original, para o meu Nokia 6265 (BL-5C, o meu usa a BL-6C, mais grossa), a R$ 30. Quadra C tb.
  • Paramos num box com 10 caixas de Xbox 360 (aliás, tinha alguns em funcionamento por lá), e no mesmo tem uma caixa de Playstation 3. O Cesar perguntou pelo videogame, e o responsável respondeu: R$ 3800. E arrematou: Menos da metade das Lojas Americanas! É, parece que a notícia correu mundo. Mas numa nova olhada no site, no dia anterior, descobri que eles baixaram os preços. Mesmo assim, um assalto à mão armada. Falei para o sujeito da loja, que corrigiu: "Ah, mas mesmo assim, é pouco mais da metade, é uma oferta irresistível! Vai querer?" Agradecemos rindo, dizendo que não, e fomos ver outras coisas.
  • Vi um iPod shuffle, do novo modelo. Caraca, ele é muito pequeno. Muito mesmo, cabe dentro de uma caixa de fósforos. E não é enrolação, pena que não tirei uma foto... R$ 345. Quadra B, acho.
  • O Lifedrive que eu comentei há dois posts atrás custa R$ 1000. O mesmo Treo, que vi em outubro, ainda continua lá. Mas muitos boxes fechados na quadra A, inclusive o Jorge Carlos. Parece que, da terra de Marlboro, a quadra A virou um deserto desolado. Ou, como disse o Cesar, vários deram XA (eXtended Away) e caíram fora.

Saindo da Uruguaiana, fomos na feira de quinquilharias da Praça XV, que eu já citei por aqui (o link tá lá em cima), e é sempre divertido olhar. Dessa vez não encontramos nenhum MSX à venda, mas parece que houve um derrame de videogames antigos. Na primeira banca que paramos, um joystick da Gradiente, de MSX, cinza. Como vocês viram numa foto aí do lado, registramos para a posteridade.

Achamos um Atari importado, com 2 jogos (sendo Enduro o que veio com o videogame) a R$ 40. Disse o vendedor que funciona. Também encontramos um Odyssey, com uns 2 ou 3 jogos (não lembro) e os controles. O vendedor pediu R$ 30, mas quando a gente saiu, ele gritou: "Faço por R$ 20!". Não, não somos colecionadores de videogames clássicos... Ainda achamos um Gemini (clone do Atari, feito pela Coleco), um TopGame (clone do NES, acho que feito pela CCE), um Supergame (mas não tenho certeza se era o clone do Atari feito pela CCE, que todos nós conhecemos)... Fora a caixa do SimCity 2000, o CD-ROM do OS/2 Warp (quase que comprei para presentear o Daniel Caetano, como presente de casamento). Ah, também tem micros. Nada de muito interessante, muita máquina velha: P-100, P-166... Um HD SCSI a R$ 10, "no estado". Testador de cabo de rede a R$ 25: "Funcionando!". Também tivemos um iPod (não sei qual geração, mas tinha 30 Gb de HD, a R$ 400. Não sei se funcionava, eu também não sei como ligar aquilo... E por último, de interessante, uma LX-300 a R$ 190. Para quem quiser, é uma boa pedida.

Tirando isso, no Avenida Central não tivemos a chance de ver muitas coisas, visto que quase tudo (ou tudo) estava fechado. Só olhamos as vitrines, e constatamos que a Intel resolveu voltar com força: Muitos processadores Celeron e Pentium D à venda, fora os (já antigos) Pentium 4 HT. Mas são bem raros os Core (2) Duo.

Para finalizar, uma boa conversa regada a suco de laranja do Bob's, conselhos sobre servidores (virtualização não é tão bicho-grilo assim), e um abraço de despedida, com os votos de um "Feliz Ano Novo Fudeba". E a todos vocês (atrasado), os nossos votos de um ótimo 2007!

Atualização: No Jorge Carlos, essa semana, SD de 2 Gb a R$ 130. Acho que vou trocar o SD do Palm mais rápido do que eu pensava...

30 dezembro 2006

Agora na Uruguaiana

Estou eu aqui esperando o Cesar, filando um DVD do Dire Straits e uma Wi-fi aberta. Depois falo mais.
Update: Nesse momento eu estava entre as quadras B e C do Camelódromo da Uruguaiana (também conhecido como Rua Buenos Aires), ouvindo um DVD do Dire Straits (o sujeito travou em Sultans of Swing, que eu adoro, mas se ouvir demais enjoa), e descobri uma Wi-Fi aberta. Conectei com o T|X, saquei o mo:blog... E postei. Não dava para fazer muitos virtuosismos pois para mim escrever no blog significa teclar muito, e rabiscar na tela de um Palm não é lá muito cômodo.

Antes que perguntem, nós estávamos nos encontrando para o nosso já tradicional tour pela Uruguaiana e Avenida Central. Esse ano (2006), incluímos a Feira da Praça XV no "roteiro". Fiz algumas anotações, e tirei algumas fotos, vamos ver se antes de 2007 eu posto a nossa resenha (review é coisa de fresco).

Ah, só para dar o gostinho: Playstation 3, a R$ 3,8 mil. Segundo o vendedor, pouco mais da metade do preço das Lojas Americanas! Depois falamos mais.

25 junho 2005

Passada rápida na Uruguaiana

E uma curiosidade que vale a pena ressaltar: Passo numa loja no Avenida Central, e vejo uma câmera da Sony, uma DSC-W1 preta. Etiqueta dizendo que é "brasileira", menu em português, etc. Pergunto o preço, me dizem R$ 1950 à vista. Sim, a loja é careira. Essas câmeras, é bom lembrar, tem garantia de 3 anos.

Vou na Uruguaiana, Quadra A. Primeiro box que vejo com câmeras, pergunto o preço de uma W1 igualzinha. O ambulante me retorna na lata: R$ 1190, mas cobramos 10% a mais se quiser parcelar no cartão de crédito.

É mole? Agora, o que acontece para termos tal disparate de preços? E o que faz um camelô ter máquina de cartão de crédito, e ainda fazer parcelamento? Loucura, né?



E como diria o João... Um caminhoneiro morreu por causa desse produto.

30 abril 2005

Long time 2 see

Muito tempo que não posto por aqui. É verdade, tem faltado assunto, e o Cesar tem acrescentado histórias. Mas ontem eu resolvi dar uma volta e aproveitar, me informar a respeito do que tem de "novo" por aí. Lá vai um breve relatório.

Primeiro, fui na Brick-Brack (sem URL pq eles n tem site), que se mudou para perto da All Business, e fui lá ver o que havia de novo/bom. Estava eu atrás de um gabinete ATX torre média, mas não encontrei muita coisa. Encontrei um daqueles web appliances, o MyWeb (que liga na TV) a R$ 50 (usado) e R$ 100 (novo). Vi também algumas coisas, como monitores e micros da Dell (bonitos mas esquisitos), mas nada de muito interessante. Placas de rede Genius a R$ 35 (caro), placas de fax/modem 33600 Genius a R$ 45 (muito caro)...

Saí e entrei na All Business, que há muito tempo vendeu-se ao sistema.Também não encontrei o gabinete que queria, embora tenha visto vários gabinetes interessantes (uns Compaq Proliant, HP NetServer, um rack de HDs da Digital, Power Macintosh, etc). Nada de muito interessante lá, apenas algumas impressoras de carro largo (e bem caras, por sinal), vários no-breaks sem bateria... Eles estão vendendo micros montados, e a um preço alto na minha opinião. No local onde é, meio escondido... Seria melhor para eles praticarem preços mais convidativos para possíveis clientes.

Fui para a Uruguaiana. Visitar a Uruguaiana sempre é divertido, embora não tivesse tempo de investigar muito. Comprei uma capa nova para o meu celular (uma específica para o meu aparelho), custou R$ 5. Procurei algumas coisas interessantes, mas não entrei na quadra A. Vale lembrar as camisas bem humoradas da barraca de rock, algumas com logotipos bem conhecidos sendo hostilizados (as com o McDonald's ficaram ótimas), e uma com a cara do Seu Madruga, do Chaves, hoje em dia figurinha fácil em várias camisas por aí - como essa aí do lado. Mas não tive tempo de entrar na quadra A para investigar os "lançamentos".

Acabei indo até o Edifício Avenida Central, para finalmente comprar o gabinete. Lá temos vários mini-shoppings de informática, o que facilita para procurar. Facilita e dificulta, pois temos que procurar bastante. Acabei comprando um gabinete novo, sem fonte, a R$ 85 na Computer Hospital. Eu tenho uma fonte sobrando mesmo, melhor para mim, que economizei uns trocados (o mais barato que achei estava custando R$ 115).

Finalmente, queria destacar dois gabinetes da Maxxtro que eu vi e achei bem interessantes. Um é esse, o Leo II. É todo feito em alumínio, feito para montar sem parafusos, e em forma de T. Ele é caro (+ de R$ 350), mas parece ser bem interessante. No Boadica tem uma análise dele, clique aqui. O outro é o Living Cube, que tem uma foto aí embaixo. É bem compacto, e mais fino que um gabinete "normal". Mas achei muito bacana, eu montaria um MSX dentro dele sem problemas, principalmente porque não preciso de muita coisa externa... Olhem só ele aí embaixo.


Conclusão: Salvo a segunda parte do "passeio", não há nada de muito interessante a ser visto na All Business e na Brick-Brack. Logo, that's all, folks!