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05 agosto 2007

Mais uma volta no Avenida Central e na Uruguaiana

O Cesar veio ao Rio, e lá fomos nós ver o que tem de novo nos cantos interessantes do Rio, como pretexto para nos encontrarmos e falarmos abobrinha.

Primeiro fomos no Edifício Avenida Central, point carioca de quem gosta de tecnologia. Os "chópi-sentis" de informática por lá estão tomando o lugar das lojas de eletrônicos que fecharam, e se você não quer ir ao Boadica para ter mais certeza, bater perna no Avenida Central é uma diversão.

A primeira constatação que fizemos é que o CRT morreu. Morreu, velho e farto de dias, cansado mas certo da sua missão cumprida. O LCD tomou o lugar, e agora é onipresente. Eu só vi 2 CRTs, dentro de uma loja de assistência técnica, em todo o lugar por onde eu passei com o Cesar.

Aliás, outra coisa que eu vi com mais facilidade foram equipamentos produzidos pela Linksys. Quando comprei meu primeiro roteador (um versão 5.0), tive que comprar em São Paulo, pois aqui não havia. Agora, roteadores, APs e outros trecos em caixas azuis (cor padrão da Linksys) são figurinha fácil em lojas que vendem material de redes e outras. Bom, muito bom, os Linksys são muito interessantes de se trabalhar, mesmo quando você por engano faz uma besteira e transforma ele num tijolo. E o pior, é que nem o guia para salvar um WRT54G funciona... Maiores detalhes, em breve, no meu blog.

Outra constatação, é que agora temos tocadores de MP3 da Sandisk por lá. Até há pouco tempo, só víamos tocadores fabricados pela Creative, mas o Sansa já tornaram-se bem mais populares e comuns, o que é bom. Resta saber quando teremos mais câmeras digitais não-Sony por lá.

E fomos à Uruguaiana... Abaixo vai a lista do que vimos nas quadras:


  1. A quadra A, tradicional reduto de venda de celulares e PDAs, estava mais cheia de gente do que o de costume. Também vimos mais "bagulhos" à venda. Em alguns boxes, alguns Cliés à venda (um NZ90, um outro que esqueci), alguns Palms... Muitos Tungsten T2, alguns E2 também. Em termos de celulares, vimos um Sony Ericsson , P900, a R$ 600. Outra surpresa foi encontrar a banca do Jorge Carlos razoavelmente vazia. Logo ele, que estava sempre cheio... Muita concorrência, agora a maioria que vende celulares, vende também cartões de memória. Afinal, a maioria dos celulares hoje em dia aceitam cartões. Também vimos um Motorola A1200, o queridinho de todos os geeks fãs de Linux, por R$ 900. E ele é um danado de um celular bonito. E por último, topamos com muitos Nextel. Parece que a população que usa muito celular está indo na direção dos Nextel. Melhor para eles, já que estavam mal das pernas, financeiramente falando...
  2. Na Quadra B, reduto de videogames, encontramos o Xbox 360 a R$ 1400, o Wii a R$ 1200 e o PS3 R$ 2100. O curioso foi ver que, apesar da popularidade imensa do console da Nintendo, na Uruguaiana tem muito pouco. Ah, também encontrei um Xbox 1 à venda. Pensei em HTPCs, mas desanimei com o preço: R$ 900. Com isso eu monto um PCzão para fazer o mesmo trabalho. Ah, vi a abertura do jogo baseado no filme dos Transformers (acho que é para PS2), é sensacional. E por último, achei um cabo USB para Nextel (meu irmão comentou da necessidade), a R$ 20.
  3. Na Quadra C, além dos MP3 players quase microscópicos (não tenho unha para pressionar uma tecla num daqueles bichos), encontramos algo inacreditável: Um telefone da Foston! Sabem a Foston, que faz esses MP3 players "ratoeira"? Então, 600 reais o modelo PDAPhone FS818. Não pergunte qual é o sistema operacional, porque eu não sei. Ainda achei um box de miniaturas de carros (tem de tudo, muito bom), me senti vendo a versão carioca da Arte em Miniaturas, no Stand Center. Ah, as telas de 7 polegadas já estão a partir de R$ 300, logo uma para um dos meus MSX começa a soar possível. E por último, de relevante, um camelô de DVDs originais tem a 1a temporada do McGyver a R$ 70, e as duas primeiras temporadas da Deep Space Nine a R$ 90 e 100, respectivamente. Como diria o Dr. Venom: "Um caminhoneiro morreu por esse produto".
  4. E na quadra D, camisas. Muitas camisas. Vale destaque o ícone pop de uma geração, o Seu Madruga, que estampa várias camisas, parodiando desde o Superman até o Che Guevara, incluindo uma dos Ramones, com 4 caras do Seu Madruga na estampa. Aliás, tem duas sensacionais, que eu vou ficar devendo foto: A camisa do Homero, que é o Homer Simpson como Che guevara (Cerveza o muerte!), e a camisa do Cha, que é o Chaves como Che. O Ernesto deve estar pulando dentro do caixão... E por último aquela que é bem sugestiva para o nosso amigo Spy: Fígado Total Flex.

E para encerrar, enquanto nos encaminhávamos a um Bob's, para tomar um milk-shake e bater papo, encontramos um camelô de placas-mãe na esquina da Uruguaiana com a Presidente Vargas. Tinha umas 5, 6 placas-mãe, uns HDs, um CD-ROM... Ou seja, agora temos camelô vendendo hardware! Eu vi micros com telas LCD e notebooks Acer no camelódromo, mas placas-mãe, na rua? Só na feira da Praça XV.

E dali, papo vai, papo vem, e o resumo resumido desse relatório que vos segue. Depois contamos mais.

30 abril 2005

Long time 2 see

Muito tempo que não posto por aqui. É verdade, tem faltado assunto, e o Cesar tem acrescentado histórias. Mas ontem eu resolvi dar uma volta e aproveitar, me informar a respeito do que tem de "novo" por aí. Lá vai um breve relatório.

Primeiro, fui na Brick-Brack (sem URL pq eles n tem site), que se mudou para perto da All Business, e fui lá ver o que havia de novo/bom. Estava eu atrás de um gabinete ATX torre média, mas não encontrei muita coisa. Encontrei um daqueles web appliances, o MyWeb (que liga na TV) a R$ 50 (usado) e R$ 100 (novo). Vi também algumas coisas, como monitores e micros da Dell (bonitos mas esquisitos), mas nada de muito interessante. Placas de rede Genius a R$ 35 (caro), placas de fax/modem 33600 Genius a R$ 45 (muito caro)...

Saí e entrei na All Business, que há muito tempo vendeu-se ao sistema.Também não encontrei o gabinete que queria, embora tenha visto vários gabinetes interessantes (uns Compaq Proliant, HP NetServer, um rack de HDs da Digital, Power Macintosh, etc). Nada de muito interessante lá, apenas algumas impressoras de carro largo (e bem caras, por sinal), vários no-breaks sem bateria... Eles estão vendendo micros montados, e a um preço alto na minha opinião. No local onde é, meio escondido... Seria melhor para eles praticarem preços mais convidativos para possíveis clientes.

Fui para a Uruguaiana. Visitar a Uruguaiana sempre é divertido, embora não tivesse tempo de investigar muito. Comprei uma capa nova para o meu celular (uma específica para o meu aparelho), custou R$ 5. Procurei algumas coisas interessantes, mas não entrei na quadra A. Vale lembrar as camisas bem humoradas da barraca de rock, algumas com logotipos bem conhecidos sendo hostilizados (as com o McDonald's ficaram ótimas), e uma com a cara do Seu Madruga, do Chaves, hoje em dia figurinha fácil em várias camisas por aí - como essa aí do lado. Mas não tive tempo de entrar na quadra A para investigar os "lançamentos".

Acabei indo até o Edifício Avenida Central, para finalmente comprar o gabinete. Lá temos vários mini-shoppings de informática, o que facilita para procurar. Facilita e dificulta, pois temos que procurar bastante. Acabei comprando um gabinete novo, sem fonte, a R$ 85 na Computer Hospital. Eu tenho uma fonte sobrando mesmo, melhor para mim, que economizei uns trocados (o mais barato que achei estava custando R$ 115).

Finalmente, queria destacar dois gabinetes da Maxxtro que eu vi e achei bem interessantes. Um é esse, o Leo II. É todo feito em alumínio, feito para montar sem parafusos, e em forma de T. Ele é caro (+ de R$ 350), mas parece ser bem interessante. No Boadica tem uma análise dele, clique aqui. O outro é o Living Cube, que tem uma foto aí embaixo. É bem compacto, e mais fino que um gabinete "normal". Mas achei muito bacana, eu montaria um MSX dentro dele sem problemas, principalmente porque não preciso de muita coisa externa... Olhem só ele aí embaixo.


Conclusão: Salvo a segunda parte do "passeio", não há nada de muito interessante a ser visto na All Business e na Brick-Brack. Logo, that's all, folks!