09 agosto 2007

Uma volta completa na Feira dos Importados

Há algum tempo não ia à Feira dos Importados, inclusive porque o chão da feira estava em obra. O processo de troca do piso durou um mês e, durante esse tempo, pelo menos um conjunto da feira ficava indisponível a cada semana. Agora está com esse tijolinho por dentro dos conjuntos e essa pedra asfáltica, ou coisa que o valha, nos corredores. Por outro lado, aparentemente está menos escorregadio e mais acessível, vamos ver quando chegar a chuva.

Bom, vamos ao que interessa, né?

Timidamente os SDHC chegam na Feira, até porque não tem tanta gente assim com equipamentos que possam receber estes cartões. Os cartões de 4GB estavam entre 120 e 140 reais; se o seu equipamento suportar SDHC, vale a pena gastar um tantinho a mais e levar o dobro da capacidade de um SD comum.

Finalmente anotei onde fica a barraca com muita coisa (não vou dizer tudo, pois não sou um conhecedor no assunto) de anime: Conjunto C, loja 537.

Celular na Feira não tem a mesma quantidade de bizarrices encontráveis na Uruguaiana, e quando chega, chega caro (o telefone da Foston estava numa loja do Conjunto D a R$700), mas em compensação tem lá no Conjunto A a Yasmin Celulares, o "marroquino" tem tudo que é novidade. Tinha um HTC Touch lá esses dias, só não perguntei o preço. Agora, Nextel, nada.

Já há algum tempo, não satisfeitos em clonar qualquer mudança que a Apple faça nos seus iPods, os fabricantes xing-ling de MP3/MP4/MPwhatever clonam outras marcas. Além dos clones do Sandisk Sansa Express, vendidos por centenas de marcas diferentes, a Foston está vendendo um player que clona o Samsung U2, com direito a copiar a capinha de proteção da porta USB e tudo.

E, para terminar essa postagem, nada pior que citar que consegui resistir mais que 30 segundos a um desses hacks de Winning Eleven com a voz... de Galvão Bueno.

05 agosto 2007

Mais uma volta no Avenida Central e na Uruguaiana

O Cesar veio ao Rio, e lá fomos nós ver o que tem de novo nos cantos interessantes do Rio, como pretexto para nos encontrarmos e falarmos abobrinha.

Primeiro fomos no Edifício Avenida Central, point carioca de quem gosta de tecnologia. Os "chópi-sentis" de informática por lá estão tomando o lugar das lojas de eletrônicos que fecharam, e se você não quer ir ao Boadica para ter mais certeza, bater perna no Avenida Central é uma diversão.

A primeira constatação que fizemos é que o CRT morreu. Morreu, velho e farto de dias, cansado mas certo da sua missão cumprida. O LCD tomou o lugar, e agora é onipresente. Eu só vi 2 CRTs, dentro de uma loja de assistência técnica, em todo o lugar por onde eu passei com o Cesar.

Aliás, outra coisa que eu vi com mais facilidade foram equipamentos produzidos pela Linksys. Quando comprei meu primeiro roteador (um versão 5.0), tive que comprar em São Paulo, pois aqui não havia. Agora, roteadores, APs e outros trecos em caixas azuis (cor padrão da Linksys) são figurinha fácil em lojas que vendem material de redes e outras. Bom, muito bom, os Linksys são muito interessantes de se trabalhar, mesmo quando você por engano faz uma besteira e transforma ele num tijolo. E o pior, é que nem o guia para salvar um WRT54G funciona... Maiores detalhes, em breve, no meu blog.

Outra constatação, é que agora temos tocadores de MP3 da Sandisk por lá. Até há pouco tempo, só víamos tocadores fabricados pela Creative, mas o Sansa já tornaram-se bem mais populares e comuns, o que é bom. Resta saber quando teremos mais câmeras digitais não-Sony por lá.

E fomos à Uruguaiana... Abaixo vai a lista do que vimos nas quadras:


  1. A quadra A, tradicional reduto de venda de celulares e PDAs, estava mais cheia de gente do que o de costume. Também vimos mais "bagulhos" à venda. Em alguns boxes, alguns Cliés à venda (um NZ90, um outro que esqueci), alguns Palms... Muitos Tungsten T2, alguns E2 também. Em termos de celulares, vimos um Sony Ericsson , P900, a R$ 600. Outra surpresa foi encontrar a banca do Jorge Carlos razoavelmente vazia. Logo ele, que estava sempre cheio... Muita concorrência, agora a maioria que vende celulares, vende também cartões de memória. Afinal, a maioria dos celulares hoje em dia aceitam cartões. Também vimos um Motorola A1200, o queridinho de todos os geeks fãs de Linux, por R$ 900. E ele é um danado de um celular bonito. E por último, topamos com muitos Nextel. Parece que a população que usa muito celular está indo na direção dos Nextel. Melhor para eles, já que estavam mal das pernas, financeiramente falando...
  2. Na Quadra B, reduto de videogames, encontramos o Xbox 360 a R$ 1400, o Wii a R$ 1200 e o PS3 R$ 2100. O curioso foi ver que, apesar da popularidade imensa do console da Nintendo, na Uruguaiana tem muito pouco. Ah, também encontrei um Xbox 1 à venda. Pensei em HTPCs, mas desanimei com o preço: R$ 900. Com isso eu monto um PCzão para fazer o mesmo trabalho. Ah, vi a abertura do jogo baseado no filme dos Transformers (acho que é para PS2), é sensacional. E por último, achei um cabo USB para Nextel (meu irmão comentou da necessidade), a R$ 20.
  3. Na Quadra C, além dos MP3 players quase microscópicos (não tenho unha para pressionar uma tecla num daqueles bichos), encontramos algo inacreditável: Um telefone da Foston! Sabem a Foston, que faz esses MP3 players "ratoeira"? Então, 600 reais o modelo PDAPhone FS818. Não pergunte qual é o sistema operacional, porque eu não sei. Ainda achei um box de miniaturas de carros (tem de tudo, muito bom), me senti vendo a versão carioca da Arte em Miniaturas, no Stand Center. Ah, as telas de 7 polegadas já estão a partir de R$ 300, logo uma para um dos meus MSX começa a soar possível. E por último, de relevante, um camelô de DVDs originais tem a 1a temporada do McGyver a R$ 70, e as duas primeiras temporadas da Deep Space Nine a R$ 90 e 100, respectivamente. Como diria o Dr. Venom: "Um caminhoneiro morreu por esse produto".
  4. E na quadra D, camisas. Muitas camisas. Vale destaque o ícone pop de uma geração, o Seu Madruga, que estampa várias camisas, parodiando desde o Superman até o Che Guevara, incluindo uma dos Ramones, com 4 caras do Seu Madruga na estampa. Aliás, tem duas sensacionais, que eu vou ficar devendo foto: A camisa do Homero, que é o Homer Simpson como Che guevara (Cerveza o muerte!), e a camisa do Cha, que é o Chaves como Che. O Ernesto deve estar pulando dentro do caixão... E por último aquela que é bem sugestiva para o nosso amigo Spy: Fígado Total Flex.

E para encerrar, enquanto nos encaminhávamos a um Bob's, para tomar um milk-shake e bater papo, encontramos um camelô de placas-mãe na esquina da Uruguaiana com a Presidente Vargas. Tinha umas 5, 6 placas-mãe, uns HDs, um CD-ROM... Ou seja, agora temos camelô vendendo hardware! Eu vi micros com telas LCD e notebooks Acer no camelódromo, mas placas-mãe, na rua? Só na feira da Praça XV.

E dali, papo vai, papo vem, e o resumo resumido desse relatório que vos segue. Depois contamos mais.